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    Breve História de Quase Tudo - Uma Viagem pela Ciência, Divertida, Prática e muito Bem Documentada

    Bill Bryson

    Quetzal / Bertrand
    2005
    496 páginas
    16h 32m
    ISBN-13: 9789725646212
    Português Brasileiro
    4.4
    2015 avaliações
    Leram2873Lendo550Querem5815Relendo18Abandonos318Resenhas113
    Favoritos5Desejados5815Avaliaram2015

    Uma pesquisa digna de um mamute, anos de investigação e como resultado… o Big Bang, os dinossauros, o aquecimento global, a geologia, Einstein, os Curies, a teoria da evolução, a gasolina com chumbo, a teoria atómica, os quarks, os vulcões, os cromossomas, o carbono, os organismos ediacaranos, a descontinuidade de Moho, o ADN, Charles Darwin e um zilião de outras coisas. Em linguagem não demasiado científica, sempre clara e com as devidas anotações, o leitor é conduzido, por este autor extremamente divertido e bem informado, numa viagem através do tempo e do espaço, cujo prato forte é também revelar-nos algumas ironias do desenvolvimento científico. Esta é verdadeiramente uma obra que nos dá a sensação de ter o mundo na palma da mão. (Edição portuguesa)

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    JOSÉ MARCIO TAVARES picture
    JOSÉ MARCIO TAVARES26/03/2011Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Minha privada cultural

    Sempre achei o ato de defecar (fazer cocô, cagar, jogar um barro etc) uma tremenda perda de tempo. Por isso, desde a mais tenra idade, cultivo o hábito de deixar alguns livros por perto do vaso sanitário. Foi fazendo cocô (eu costumo usar o termo "cagando", mas D. Cristina Tavares diz que isso é grosseria) que li todo o poema épico Os Lusíadas do bardo lusitano Luís de Camões. Aquele mesmo que inspirou o prato "filé à Camões" que é composto principalmente de um bife de chã de dentro com um ovo frito ao lado. Lembro que era uma edição das Ediouro com comentários estúpidos do igualmente estúpido prof. Silveira Bueno, o mesmo que é responsável pelo pior dicionário da Língua Portuguesa desde o de autoria de Raphael Bluteau que foi lançado por volta de 1712. Os Lusíadas, com seus 10 cantos e 112 esrofes de 8 versos decassílabos cada uma, foi lido em cerca de 60 cagadas. É bom esclarecer que muitas vezes eu defeco mais de uma vez por dia. Atualmente, meu livro de cabeceira privada é "Breve história de quase tudo" de Bill Bryson. Com esse livro Bryson ganhou o Prêmio Aventis, que é concedido ao melhor livro de divulgação científica do ano. Interessante é que o autor não é um cientista e sim um jornalista (incrível!). A ideia de escrever o livro se deu quando ele sobrevoava o oceano e deu-se conta de não saber o porquê de a água ser salgada. "Aliás, não tinha a menor ideia sobre o funcionamento do único planeta em que viveria toda a vida. E o pior, diz ele, é que 'a salinidade do oceano representava apenas a menor fatia da minha ignorância'". Meu companheiro das horas solitárias Bryson juntou todas as perguntas sobre big-bang, partículas atômicas, evolucionismo, placas tectônicas e durante 3 anos saiu pesquisando. Leu livros essenciais e entrevistou os maiores especialistas. Colocou o resultado nas páginas do livro e, em suma, fez uma grande reportagem.

    151 curtidas

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    4.4 / 2015
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