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    AS MINAS DE PRATA - III (Coleção Panorama) -

    José de Alencar

    Melhoramentos
    1960
    440 páginas
    14h 40m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    4.3
    18 avaliações
    Leram38Lendo0Querem28Relendo0Abandonos1Resenhas3
    Favoritos1Desejados28Avaliaram18

    "Raiava o ano de 1609. A primeira manhã de Janeiro (...) dourava o cabeço dos montes que cingem a linda Bahia do Salvador e desenhava sobre o matiz de opala e púrpura o soberbo panorama da antiga capital do Brasil". "As Minas de Prata" mostra o Brasil no período do Domínio Espanhol / União das Coroas Ibéricas (1580 - 1640). Neste período, o Brasil vivia sob a influência dos Jesuítas e sofria ameaças dos holandeses, franceses, espanhóis. . . A fortuna prometida pelas lendárias minas de prata de Robério Dias teria o poder de decidir o destino da Colônia. No entanto, para defender o Brasil e o grande amor que sente por Inês (a Inesita), Estácio, o filho de Robério Dias, terá que resgatar o roteiro com o mapa que apontaria a localização das minas. Tal roteiro supostamente deixado pelo pai de Robério Dias, Moribeca, antes de morrer. . . Romance histórico de aventuras "capa-e-espada", ambientado em Salvador (Bahia) no ano de 1609; tendo como tema central a luta pela posse do mapa das famosas minas de prata. José de Alencar une ficção e realidade, invenção e fatos históricos para retratar a sociedade colonial brasileira do período, criticando os Senhores de Engenho por escravizar os índios e a Igreja, por ambição e desmandos, ao mesmo tempo em que desvela as relações humanas, rígidas e arbitrárias, reguladas desde o nascimento pela religião, dinheiro, política, status e posição social.

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    Resenhas (3)Ver mais
    Mauro Ferreira Rebouças picture
    Mauro Ferreira Rebouças25/11/2017Resenhou um livro
    0

    Grande surpresa

    As Minas de Prata é o melhor e o pior livro de José de Alencar, ao mesmo tempo. É uma história muito bem escrita, cheia de reviravoltas, romance e ação, além de ser um romance histórico, no século XVII e ao mesmo tempo ser uma continuação indireta de O Guarani. É também extremamente longo, mais de mil páginas, e Alencar utilizasse de muitos arrodeios e digressões gigantes para explicar coisas pequenas e o livro possui muitas descrições minuciosas. Mesmo assim, é uma história que vale muito a pena. Senti como se lesse algo q ninguém mais leu, pois este livro não é um clássico do autor como Iracema ou Senhora. Mas recomendo.

    1 curtida

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    4.3 / 18
    • 5 estrelas61%
    • 4 estrelas17%
    • 3 estrelas17%
    • 2 estrelas6%
    • 1 estrelas0%
    José Martiniano de Alencar profile picture

    José Martiniano de Alencar

    Nasceu em Messejana, na época um município vizinho a Fortaleza. A família transferiu-se para a capital do Império do Brasil, Rio de Janeiro, e José de Alencar, então com onze anos, foi matriculado no Colégio de Instrução Elementar. Em 1844, matriculou-se nos cursos preparatórios à Faculdade de Direito de São Paulo, começando o curso de Direito em 1846. Fundou, na época, a revista Ensaios Literários, onde publicou o artigo questões de estilo. Formou-se em direito, em 1850, e, em 1854, estreou como folhetinista no Correio Mercantil. Em 1856 publica o primeiro romance, Cinco Minutos, seguido de A Viuvinha em 1857. Mas é com O Guarani em (1857) que alcançará notoriedade. Estes romances foram publicados todos em jornais e só depois em livros. José de Alencar foi mais longe nos romances que completam a trilogia indigenista: Iracema (1865) e Ubirajara (1874). O primeiro, epopeia sobre a origem do Ceará, tem como personagem principal a índia Iracema, a

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    Ceará, Brasil

    José Martiniano de Alencar