The Flame And The Flower - Birmingham Family

    Kathleen E. Woodiwiss

    Avon
    1980
    512 páginas
    17h 4m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro

    In an age of great turmoil, the breathtaking romance of Heather Simmons and Captain Brandon Birmingham spans oceans and continents! Their stormy saga reaches the limits of human passion as we follow Heather's tumultuous journey from poverty...to her kidnapping at a squalid London dockside...to the splendor of Harthaven, the Carolina plantation where Brandon finally probes the depths of Heather's full womanhood!

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    Tícia 03/04/2012Resenhou um livro
    2 (Razoável)

    Personagens: Brandon e Heather Por onde começo? Já sei. Pelo título: o mais adequado seria O cavalo e a mula já que de “chama” e de “flor” os mocinhos não têm nada. Ele é no máximo uma faísca e ela, uma trepadeira seca. Explico tamanha agressão. A história é lamentavelmente insossa, embora até tivesse algum potencial se fosse levada por outros caminhos. Eu simplesmente não consegui entrar na narrativa e muito menos me ligar aos personagens. Aliás, os mocinhos são a principal causa do meu desagrado. Se eles tivessem uma versão de si mesmos nos dias de hoje, Brandon seria um metrossexual e Heather, uma Amélia cuja frase favorita seria “Me desculpe por existir”. A história: Depois de anos de humilhação e sofrimento com sua tia, a mocinha é confundida com uma prostituta e, por isso, se vê arrastada para o navio do capitão Brandon. Lá, o cara estupra a menina e, mesmo percebendo que ela era virgem e inocente, o mocinho(?) decide por prendê-la no navio, como um brinquedinho pessoal para ser usado na hora que quisesse. Criminoso, no mínimo. Heather foge, mas por ficar grávida do sujeito, casa-se com ele meses depois. E Brandon assume sua culpa simplesmente porque foi forçado a isso, mas, acredite: não acha que errou e sua atitude diante da atrocidade cometida é arrogante e displicente. Assim, eles passam algumas semanas no navio voltando para os EUA, fazendo joguinhos cansativos que me forçaram a fazer cara de paisagem e passar as páginas. Daí, quando chegam à terra ianque, começam uma vida de mais joguinhos do tipo “eu te mostro se você mostrar primeiro” que me cansaram imensamente. Mais cara de paisagem e contagem de páginas pra ver se faltava muito pra acabar. O pior de tudo é que a mocinha (certamente a própria Vênus encarnada) estimula as paixões mais incandescentes, desperta o macho irrefreável e obsessivo de cada sujeito na história. Todos querem tanto aquela deusa que tem de ser de uma forma impetuosa, violenta, porque ela é irresistivelmente linda, lindíssima, lindérrima. Que saco! E o mocinho é um camarada que, poxa... é o cara dos caras, a última bolacha do pacote, o copo d’água do deserto, o Apolo dos apolos. Que saco!(2) Mas até que ele foi melhorando um cadim no decorrer da história, mas nada que arrebatasse meu coração. É, fui cafona. E outro ponto negativo foi o fato de Heather ser muito mosca morta na hora que deveria ter atitude e chiliquenta na hora que deveria ter maturidade. Eu tinha mais um monte de coisa pra esculachar, mas sabe de uma coisa? Cansei! Não recomendo! ; )

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