Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições3
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas4
    • Leitores476
    • Similares2
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    El Aleph -

    Jorge Luis Borges

    Debolsillo
    2011
    216 páginas
    7h 12m
    ISBN-13: 9789875666481
    Espanhol
    4.5
    178 avaliações
    Leram278Lendo37Querem152Relendo3Abandonos6Resenhas4
    Favoritos4Desejados152Avaliaram178

    La mayoría de los cuentos reunidos en este libro pertenecen al género fantástico. Algunos surgieron, según sostiene el autor, a partir de crónicas policiales, de pinturas o simplemente de la visión de algún conventillo; otro explora el efecto que la inmortalidad causaría en los hombres; hay una glosa al Martín Fierro, sueños sobre la identidad personal y fantasías del tiempo. El cuento #El Aleph#, publicado por primera vez en 1945 y que en 1949 dio nombre al libro, aborda uno de los temas recurrentes en la literatura de Borges: el infinito. Porque en esa esfera resplandeciente confluyen de un modo asombroso todos los tiempos y todos los espacios.

    Edições (3)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover

    Similares (2)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    Resenhas (4)Ver mais
    Rick Shandler picture
    Rick Shandler30/08/2024Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    O Aleph - Jorge Luis Borges

    Sonhos, mistérios, insinuações, pilares, labirintos, imortais, turbantes, camelos. Bibliotecas. Uma moeda, um Zahir, um Aleph. Jorge Luis Borges constrói uma mitologia própria que fascina qualquer leitor. O Aleph é um banquete cultural, uma exaltação da palavra. Um presente para os leitores. A coletânea de contos que vai de "O imortal" ao "O Aleph” traz a essência do que representou Jorge Luis Borges para a literatura. Abordando os temas que tão bem o caracterizam, o autor apresenta um domínio invejável da escrita, entrelaçando real e fantástico e deixando claro que o elo entre estes dois mundos é a palavra. Cabe aos livros, cabe a própria literatura, a tarefa de imortalizar nossa cultura, de elevá-la. As bibliotecas Borgeanas são o grande portal entre o trivial e o sublime. Somos convidados a adentrá-las e nos perdermos em seus labirintos. Aceitando o convite de Borges acabamos por nos surpreender. Dos pilares da cultura greco-romana que formaram o ocidente aos mistérios da cultura árabe. Tudo se entrelaça e se confunde. De Homero às Mil e Uma Noites. O belo, o fantástico, o incrível, o sagrado. Parece haver uma linguagem comum entre os diferentes povos. Há um plano mais elevado em que tudo parece convergir. A escrita de Borges é um projeto de universalidade capaz de desbravar a humanidade em suas mais diferentes facetas, encontrando-a até mesmo em um Minotauro. O Aleph atinge os bordos de onde a literatura pode chegar. A elegância de Borges é incomparável, como eram a vastidão do seu conhecimento e a sua habilidade de transpor este conhecimento em texto. Tem que ler.

    6 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.5 / 178
    • 5 estrelas61%
    • 4 estrelas26%
    • 3 estrelas9%
    • 2 estrelas3%
    • 1 estrelas1%
    Jorge Francisco Isidoro Luis Borges Acevedo profile picture

    Jorge Francisco Isidoro Luis Borges Acevedo

    Mais conhecido como Jorge Luis Borges, foi um escritor, poeta, tradutor, crítico e ensaísta argentino. Em 1914 sua família se mudou para Suíça, onde ele estudou e viajou para a Espanha. Em seu retorno à Argentina em 1921, Borges começou a publicar seus poemas e ensaios em revistas literárias surrealistas. Também trabalhou como bibliotecário e professor universitário público. Em 1955 foi nomeado diretor da Biblioteca Nacional da República Argentina e professor de literatura na Universidade de Buenos Aires. Em 1961, destacou-se no cenário internacional quando recebeu o primeiro prêmio international de editores, o Prêmio Formentor. Seu trabalho foi traduzido e publicado extensamente no Estados Unidos e Europa. Borges era fluente em várias línguas. Morreu em Genebra, na Suíça, em 1986. Sua obra abrange o "caos que governa o mundo e o caráter de irrealidade em toda a literatura". Seus livros mais famosos, Ficciones (1944) e O Aleph (1949), são coletâneas de histórias curtas interligadas por temas comuns: sonhos, labirintos, bibliotecas, escritores fictícios e livros fictícios, religião, Deus. Seus trabalhos têm contribuído significativamente para o gênero da literatura fantástica. Estudiosos notaram que a progressiva cegueira de Borges ajudou-o a criar novos símbolos literários através da imaginação, já que "os poetas, como os cegos, podem ver no escuro". Os poemas de seu último período dialogam com vultos culturais como Spinoza, Luís de Camões e Virgílio. Sua fama internacional foi consolidada na década de 1960, ajudado pelo "boom latino-americano" e o sucesso de Cem Anos de Solidão de Gabriel García Márquez. O escritor e ensaísta John Maxwell Coetzee disse sobre ele: "Ele, mais do que ninguém, renovou a linguagem de ficção e, assim, abriu o caminho para uma geração notável de romancistas hispano-americanos".

    99 Livros
    631 Seguidores

    Jorge Francisco Isidoro Luis Borges Acevedo