No livro "Cortar O Mal Pela Raíz", sob a direção e coordenação de Stéphane Courtois, dezesseis historiadores e testemunhas revelam fatos subestimados e, certas vezes, deliberadamente ignorados, responsáveis pelos crimes realizados pelo comunismo na Europa. O livro é dividido em três partes, "A Europa Após o Muro", "No Leste Europeu" e "Na Europa Central". A primeira apresenta quatro ensaios sobre a morte do sistema comunista: "Cortar o mal pela raiz!", de Stéphane Courtois; "Da cegueira voluntária sob regime comunista", de Joachim Gauck; "O bolchevismo, doença social do século XX", de Alexandre Iakovlev; e "Usos da atrocidade", de Martin Malia. A segunda e a terceira partes, por sua vez, se aprofundam nos atos de violência física e psicológica cometidos em países do Leste e Centro da Europa: "A Estônia e o comunismo", de Mart Laar; "A Bulgária sob o jugo comunista. Crimes, resistências e repressões", de Diniu Charlanov, Liubomir Ognianov e Plamen Tzvetkov; "O sistema repressivo comunista na Romênia", de Romulus Rusan, Dennis Deletant, Stefan Maritiu, Gheorghe Onisoru, Marius Oprea e Stelian Tanase; "Os crimes políticos na RDA", de Ehrhart Neubert; "Vítimas gregas do comunismo", de Ílios Yannakakis; e "Togliatti e a pesada herança do comunismo italiano", de Philippe Baillet.
Cortar O Mal Pela Raíz - História e Memória do Comunismo na Europa
Stéphane Courtois
Cortar o Mal pela Raiz!
O tema que vou escrever na postagem de hoje refere-se ao comunismo. Mas o que é comunismo? Segundo as pesquisas que fiz em vários sites na Internet, uma melhor definição foi a seguinte: O comunismo pode ser definido como uma doutrina ou ideologia (propostas sociais, políticas e econômicas) que visa a criação de uma sociedade sem classes sociais. De acordo com esta ideologia, os meios de produção (fábricas, fazendas, minas, etc.) deixariam de ser privados, tornando-se públicos. No campo político, a ideologia comunista defende a ausência do Estado. As idéias do sistema comunista alemão propõem a tomada de poder pelos proletários (operários das fábricas) e a adoção de uma economia de forma planejada para acabar com as desigualdades sociais, suprindo, desta forma, todas as necessidades das pessoas, conforme relata o filosofo alemão Karl Marx, no seu livro “O Capital” O livro “Cortar o Mal pela Raiz!” do francês Stéphane Courtois, historiador especializado na história do comunismo, relata algumas histórias e memórias deste sistema de governo na Europa, baseando-se na obra “O Livro Negro do Comunismo” do mesmo autor. Segundo o livro o comunismo marxista-leninista recebeu oposições, desde a sua propagação, tanto da política de esquerda quanto de direita. Diversos críticos atribuem ao comunismo alguns momentos em que aconteceram a violação dos direitos humanos durante o século XX, como o Genocídio Ucraniano na União Soviética ou o massacre de um quarto da população do Camboja sob o governo de Pol Pot. Há ainda críticas ao funcionamento da economia comunista, considerada por Mises (economista alemão) incompetente e por Hayek (economista da Escola Austríaca) inevitavelmente ligada à tirania. As principais críticas ao comunismo se concentram essencialmente na idéia de que quanto maior a intervenção do Estado, mais negativa ela é. Segundo eles, o aumento da intervenção do Estado interfere na liberdade individual e livre iniciativa das pessoas e empresas, que são quem sustentam involuntariamente o Estado através dos impostos e taxas. Ao deslocar recursos dos mais produtivos para os menos produtivos, o Estado contribui para uma diminuição da eficiência global do sistema econômico e social. É intuitivo a pessoa que não vê uma recompensa maior pelo seu esforço, ter a tendência de produzir menos e dessa forma todos ficam mais pobres. O autor Stéphane Courtois relata também que o Vaticano, que tinha permanecido em silêncio contra a guerra e os excessos comunistas, publique um documento autorizado pelo Papa Pio XII que excomunga todos católicos que colaboram com organizações comunistas e afins. A decisão seguiu o exemplo de uma publicação anterior, de 1937, intitulado Divini Redemptoris, que fazia uma forte crítica ao comunismo e suas variantes cristãs. A Congregação para a Doutrina da Fé emitiu vários decretos sobre a defesa dos direitos da Igreja sobre a ordenação de bispos e a condenação de participação em partidos comunistas e organizações. Outro lado, diria negro, foi que o regime comunista cometeu diversos crimes nos Territórios Europeus e Asiático, como: · Na Rússia, 25 milhões de pessoas foram assassinadas porque não adotaram ao comunismo. · No Camboja, 3 milhões de pessoas foram mortas por não adotarem o comunismo. Mataram quase a metade da população daquele país. · Na China, o número foi mais assustador ainda, cerca de 65 milhões de pessoas foram mortas por não aderirem o comunismo, Meus amigos, confesso que antes de ler esta obra, embora eu não fosse simpático ao comunismo, pois esta ideologia tira todo o valor do ser humano e ofusca a história dos que se destacam, percebi que o comunismo é muito pior do que eu imaginava. Matar 93 milhões de pessoas, por não aderirem a uma ideologia que desvaloriza o ser humano com as chacinas na Rússia, Camboja e China, não é uma atitude que ajuda a sociedade, e sim uma que acaba com ela. Um livro extraordinário. Recomendo a todos.
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