A Vindication of the Rights of Woman -

    Mary Wollstonecraft

    Penguin Books
    2009
    352 páginas
    11h 44m
    ISBN-13: 9780141441252

    ‘I do not wish them to have power over men; but over themselves’ Writing in an age when the call for the rights of man had brought revolution to America and France, Mary Wollstonecraft produced her own declaration of female independence in 1792. Passionate and forthright, A Vindication of the Rights of Woman attacked the prevailing view of docile, decorative femininity, and instead laid out the principles of emancipation: an equal education for girls and boys, an end to prejudice, and for women to become defined by their profession, not their partner. Mary Wollstonecraft’s work was received with a mixture of admiration and outrage – Walpole called her ‘a hyena in petticoats’ – yet it established her as the mother of modern feminism. ‘Her pioneering demand for equality’ Sheila Rowbotham ‘She is alive and active … we hear her voice and trace her influence even now’ Virginia Woolf

    Edições (5)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover

    Similares (1)

    Ver mais
    • book cover
    Resenhas (4)Ver mais
    Jéssica Formento picture
    Jéssica Formento19/05/2020Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Independência

    Mary Wollstonecraft questiona a natureza humana feminina que justificava o tratamento desigual dado às mulheres. Partindo do pressuposto que todos os seres humanos devem buscar a virtude pelo exercício da razão, defende o direito das mulheres de terem acesso à educação, que reputa essencial para garantir a independência de pensamento e a financeira. Achei muito interessante, porque o acesso das mulheres aos direitos individuais hoje é algo tão natural, que é estranho ter que achar argumentos que o justifiquem. Isso, aliado ao tom ácido das críticas da autora, tornam alguns pontos do livro engraçados. Mas, é aquela graça agridoce, que vem do absurdo. No fundo, é triste perceber como as mudanças significativas são recentes, muito embora os sentimentos de revolta e injustiça sejam antigos. Vale lembrar: é um livro de filosofia escrito no Século XVIII. Por mais objetiva que a autora seja, ainda é um livro denso, que requer paciência, reflexão e um certo conhecimento prévio sobre o assunto. Li em inglês, no e-book da coleção Amazon Classics, que estava disponível de graça. Ah, Mary é a mãe de Mary Shelley, autora de Frankenstein. Romance ótimo que também está disponível gratuitamente em inglês na mesma coleção.

    3 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.9 / 12
    • 5 estrelas33%
    • 4 estrelas25%
    • 3 estrelas33%
    • 2 estrelas8%
    • 1 estrelas0%