Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições5
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas3
    • Leitores198
    • Similares6
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Manhã submersa -

    Vergílio Ferreira

    Quetzal / Bertrand
    2011
    192 páginas
    6h 24m
    ISBN-13: 9789725647400
    Português
    3.6
    63 avaliações
    Leram97Lendo11Querem87Relendo0Abandonos3Resenhas3
    Favoritos0Desejados87Avaliaram63

    O despertar para a vida de uma criança, entre a austeridade da casa senhorial de D. Estefânia, a sensualidade da sua aldeia natal e o silêncio das paredes do seminário. Um jovem seminarista de 12 anos, é obrigado a ir para o seminário. E a história desenrola-se em torno das vivência e sentimentos que o jovem seminarista vai experimentando. Num ambiente negro, triste, ríspido e severo do seminário, o jovem descobre-se e descobre o mundo que o rodeia: a repressão na educação, a pobreza da sua terra, as desigualdades sociais, o desejo do seu corpo, a camaradagem, a amizade, o amor.

    Edições (5)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover

    Similares (6)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    Resenhas (3)Ver mais
    arthur picture
    arthur21/11/2024Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Que mitos foram falsos para a dor que os pediu?

    E agora, perdido no largo vento da montanha, eu relembrava tudo isso com a certeza brusca de facadas. até que, aturdido de horror, sentei-me na cama, abruptamente, e procurei fósforos pela mesa. mas não havia fósforos. deitei-me então outra vez, estalando de atenção, aplicado raivosamente a decifrar cada ruído e cada sombra. sentíamo-nos menos infelizes e todavia ambos nos acusávamos surdamente de cobardes. eu contava com a coragem do meu amigo, talvez, para atormentar a mim próprio e ter vaidade nele; e ele também, decerto, para ter vaidade em mim. ali estávamos, no entanto, indefesos, derrotados, tentando reencontrar-nos no olhar triste que demos um ao outro. não quis saber como tinha sido o seu desastre. também não me perguntou como fora o meu.

    4 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.6 / 63
    • 5 estrelas11%
    • 4 estrelas41%
    • 3 estrelas33%
    • 2 estrelas13%
    • 1 estrelas2%