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    827 Era Galáctica (FC Hemus) - Pebble in the Sky

    Isaac Asimov

    Hemus, (SP)
    1983
    234 páginas
    7h 48m
    ISBN-10: 8528904490
    Português Brasileiro
    4.1
    1761 avaliações
    Leram2557Lendo102Querem2196Relendo3Abandonos25Resenhas182
    Favoritos19Desejados2196Avaliaram1761

    Pebble in the Sky (1950) de Isaac Asimov. '-' O segundo romance sobre o Império, já consolidado, no ano 827 E.G. Um universo habitado por trilhões de seres humanos onde o "Costume dos Sessenta" ditava a eliminação de pessoas idosas para dar lugar às gerações mais novas! Um terráqueo do século 20 é transportado por acidente até esta época, onde desempenha papel fundamental na História. Nesta historia a Terra ainda aparece como planeta radioativo, como conseqüência da guerra nuclear, embora isto não esteja explicito no texto (para entender melhor o que causou a intensa radiação na terra, deve-se ler Os Robôs e o Império). Caso raro, em que a tradução do nome, ficou melhor que o original. ==== [Na Orelha do Livro] Em um laboratório, cientistas nucleares estão realizando experimentos. Ocorre uma radiação inesperada. Um homem está andando pela rua quando de repente se vê transportado para um estranho mundo, muito diferente da Terra... São pessoas, mas suas casas, roupas e utensílios são estranhos; sua língua é desconhecida. O que poderá acontecer? Primeiro romance de Isaac Asimov e base para muitas das histórias escritas posteriormente pelo autor: um cidadão comum de repente é lançado ao futuro e se depara com situações novas em uma Terra devastada pela radiação nuclear -- agora um planeta periférico de um poderoso Império Galáctico.

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    Resenhas (182)Ver mais
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    Sidney Danillo de Moraes Lopes06/06/2022Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    A Terra é apenas uma pedra flutuando no Cosmos...

    Joseph Schwartz é um aposentado de 62 anos que, certo dia, devido a um acidente em um laboratório nas proximidades, é transpostado para milhares de anos no futuro. Chegando lá, Schwartz descobre estar em uma Terra muito diferente do que aquela que conhecia: a língua falada é completamente estranha à ele, boa parte do território terrestre é radioativo e, o principal: a Terra não é mais o único planeta habitado da galáxia, e faz parte de um Império Galático capitaneado pelo planeta Trantor. Joseph acaba parando no consultório do Dr Shekt, que o submete a um processo experimental que lhe permite aprimorar suas capacidades mentais, fazendo com que aprenda muito rapidamente a língua local e - o mais espantoso! - lhe concede dons telepaticos fantásticos. Joseph, juntamente ao Dr. Shekt, sua filha Pola e um arqueólogo e cidadão imperial chamado Bel Arvardan, que está na Terra para levar a cabo o estudo de sua teoria de que a Terra é o berço da humanidade, se vê no meio de uma conspiração terráquea capitaneada por um grupo extremista, cujo objetivo é realizar um ataque terrorista biológico que irá destruir o Império. Este é o resumo da premissa do livro Pedra no Céu (também conhecido no Brasil como 827 Era Galática, ano onde se passa a história - cerca de 50.000 anos no futuro segundo li em alguns lugares), primeiro livro publicado pelo Bom Doutor, no ano de 1950, que viria a publicar mais de 500 livros até a sua morte em 1992. Marca impressionante, não ? E é a presente obra que inaugura uma das mais prolíficas carreiras literárias da história. Pode não ser a melhor obra de sci-fi da história, sequer é o melhor livro do Asimov, mas já é um início (da carreira do escritor e da própria ficção científica) bastante promissor. Se hoje existem clássicos como Eu, Robô e Fundação, devemos agradecer à Pedra no Céu. O autor já começa acertando ao colocar uma pessoa comum no centro da história, facilitando a identificação do leitor. Outro aspecto que me conquistou foi a genialidade de colocar os terráqueos como objeto de preconceito dos demais planetas da galáxia, o que faz com que qualquer leitor no planeta possa ao menos ter idéia do que seria sofrer preconceito e ser marginalizado. Outro ponto positivo é a forma fluida com que o texto é escrito. O fim de vários capítulos do livro contém pequenos ganchos que nos mantém interessados no que acontecerá a seguir. Obviamente que também existem pontos negativos: alguns dos principais acontecimentos do livro possuem pouca ou nenhuma explicação, carecendo de desenvolvimento. Como exemplos, cito a viagem de Joseph ao futuro e a forma como o próprio "resolve" a questão dos planos terroristas, que achei muito repentina (não achei que chega a ser um "Deus Ex Machina" pois todos os elementos dessa resolução estavam presentes anteriormente na história) e até um pouco anticlimática; O desenvolvimento de personagens é bastante superficial, como é comum na maioria das obras de Asimov - sejamos honestos. Ao meu ver, o autor se focava muito mais em construir essa mítica toda que culminaria em " Fundação " do que em seus personagens, que acabavam por serem apenas ferramentas para que o leitor conheça esse mundo criado por ele. O piores exemplos do livro ficam a cargo dos clichês: o vilão maquiavélico (que urra de forma selvagem quando seus planos sãos frustrados) e a mocinha que chora o tempo todo e precisa ser salva. Apesar destes pequenos poréns, eu indico fortemente esta leitura, por seu caráter pioneiro em diversos aspectos e para o aprofundamento no universo Asimoviano. Próximo da lista: estou entre " Poeira de Estrelas" e " Robôs e Império ", ambos já me esperando na estante. PS: Relendo aqui a resenha percebi que o título deste livro me remeteu à " Pálido ponto Azul ", do Sagan. A lógica por trás de ambos os títulos é praticamente a mesma...

    191 curtidas

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    Isaak Judah Ozimov

    Isaac Asimov (Petrovichi - Айзек Азимов -, 2 de janeiro de 1920 - 6 de abril de 1992); foi um escritor e bioquímico russo. A obra mais famosa de Asimov é a série da Fundação, também conhecida como Trilogia da Fundação, que faz parte da série do Império Galáctico e que logo combinou com sua outra grande série dos Robots. Também escreveu obras de mistério e fantasia, assim como uma grande quantidade de não-ficção. No total, escreveu ou editou mais de 500 volumes, aproximadamente 90.000 cartas ou postais, e tem obras em cada categoria importante do sistema de classificação bibliográfica de Dewey, exceto em filosofia. Asimov foi reconhecido como mestre do gênero da ficção científica. É o criador das "Três Leis da Robótica".

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    Isaak Judah Ozimov