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    Pebble in the Sky (Galactic Empire #3) -

    Isaac Asimov

    Tor Books
    2008
    256 páginas
    8h 32m
    ISBN-13: 9780765319128
    4.1
    1761 avaliações
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    One moment Joseph Schwartz is a happily retired tailor in Chicago, 1949. The next he's a helpless stranger on Earth during the heyday of the first Galactic Empire. Earth, as he soon learns, is a backwater, just a pebble in the sky, despised by all the other 200 million planets of the Empire because its people dare to claim it's the original home of man. And Earth is poor, with great areas of radioactivity ruining much of its soil—so poor that everyone is sentenced to death at the age of sixty. Joseph Schwartz is sixty-two. This is young Isaac Asimov's first novel, full of wonders and ideas, the book that launched the novels of the Galactic Empire, culminating in the Foundation series. This is Golden Age SF at its finest.

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    Resenhas (182)Ver mais
    Sidney Danillo de Moraes Lopes picture
    Sidney Danillo de Moraes Lopes06/06/2022Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    A Terra é apenas uma pedra flutuando no Cosmos...

    Joseph Schwartz é um aposentado de 62 anos que, certo dia, devido a um acidente em um laboratório nas proximidades, é transpostado para milhares de anos no futuro. Chegando lá, Schwartz descobre estar em uma Terra muito diferente do que aquela que conhecia: a língua falada é completamente estranha à ele, boa parte do território terrestre é radioativo e, o principal: a Terra não é mais o único planeta habitado da galáxia, e faz parte de um Império Galático capitaneado pelo planeta Trantor. Joseph acaba parando no consultório do Dr Shekt, que o submete a um processo experimental que lhe permite aprimorar suas capacidades mentais, fazendo com que aprenda muito rapidamente a língua local e - o mais espantoso! - lhe concede dons telepaticos fantásticos. Joseph, juntamente ao Dr. Shekt, sua filha Pola e um arqueólogo e cidadão imperial chamado Bel Arvardan, que está na Terra para levar a cabo o estudo de sua teoria de que a Terra é o berço da humanidade, se vê no meio de uma conspiração terráquea capitaneada por um grupo extremista, cujo objetivo é realizar um ataque terrorista biológico que irá destruir o Império. Este é o resumo da premissa do livro Pedra no Céu (também conhecido no Brasil como 827 Era Galática, ano onde se passa a história - cerca de 50.000 anos no futuro segundo li em alguns lugares), primeiro livro publicado pelo Bom Doutor, no ano de 1950, que viria a publicar mais de 500 livros até a sua morte em 1992. Marca impressionante, não ? E é a presente obra que inaugura uma das mais prolíficas carreiras literárias da história. Pode não ser a melhor obra de sci-fi da história, sequer é o melhor livro do Asimov, mas já é um início (da carreira do escritor e da própria ficção científica) bastante promissor. Se hoje existem clássicos como Eu, Robô e Fundação, devemos agradecer à Pedra no Céu. O autor já começa acertando ao colocar uma pessoa comum no centro da história, facilitando a identificação do leitor. Outro aspecto que me conquistou foi a genialidade de colocar os terráqueos como objeto de preconceito dos demais planetas da galáxia, o que faz com que qualquer leitor no planeta possa ao menos ter idéia do que seria sofrer preconceito e ser marginalizado. Outro ponto positivo é a forma fluida com que o texto é escrito. O fim de vários capítulos do livro contém pequenos ganchos que nos mantém interessados no que acontecerá a seguir. Obviamente que também existem pontos negativos: alguns dos principais acontecimentos do livro possuem pouca ou nenhuma explicação, carecendo de desenvolvimento. Como exemplos, cito a viagem de Joseph ao futuro e a forma como o próprio "resolve" a questão dos planos terroristas, que achei muito repentina (não achei que chega a ser um "Deus Ex Machina" pois todos os elementos dessa resolução estavam presentes anteriormente na história) e até um pouco anticlimática; O desenvolvimento de personagens é bastante superficial, como é comum na maioria das obras de Asimov - sejamos honestos. Ao meu ver, o autor se focava muito mais em construir essa mítica toda que culminaria em " Fundação " do que em seus personagens, que acabavam por serem apenas ferramentas para que o leitor conheça esse mundo criado por ele. O piores exemplos do livro ficam a cargo dos clichês: o vilão maquiavélico (que urra de forma selvagem quando seus planos sãos frustrados) e a mocinha que chora o tempo todo e precisa ser salva. Apesar destes pequenos poréns, eu indico fortemente esta leitura, por seu caráter pioneiro em diversos aspectos e para o aprofundamento no universo Asimoviano. Próximo da lista: estou entre " Poeira de Estrelas" e " Robôs e Império ", ambos já me esperando na estante. PS: Relendo aqui a resenha percebi que o título deste livro me remeteu à " Pálido ponto Azul ", do Sagan. A lógica por trás de ambos os títulos é praticamente a mesma...

    191 curtidas

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