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    A Sicilian Romance -

    Ann Radcliffe

    Oxford Paperbacks
    2008
    256 páginas
    8h 32m
    ISBN-13: 9780199537396
    3.8
    6 avaliações
    Leram15Lendo1Querem24Relendo1Abandonos1Resenhas1
    Favoritos0Desejados24Avaliaram6

    In A Sicilian Romance (1790) Radcliffe began to forge the unique mixture of the psychology of terror and poetic description that would make her the great exemplar of the Gothic nove, and the idol of the Romantics. This early novel explores the cavernous landscapes and labyrinthine passages of Sicily's castles and covents to reveal the shameful secrets of its all-powerful aristocracy. Julia and Emilia Mazzini live secluded in an ancient mansion near the Straits of Messina. After their father's return to the island a neglected part of the house is haunted by a series of mysterious sights and sounds. The origin of these hauntings is only discovered after a series of breathless pursuits through dreamlike pastoral landscapes. When revelation finally comes, it forces the heroines to challenge the united forces of religious and patriarchal authority.

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    Resenhas (1)Ver mais
    Tha N. Petelinkar picture
    Tha N. Petelinkar31/08/2021Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    conto de fadas gótico

    Primeiramente, acho interessante apontar a característica mais marcante desse livro: há pouquíssimos diálogos e a narrativa passa a sensação de que a história foi resumida. É bom ressaltar também que Ann Radcliffe nesse momento está mergulhada no romantismo literário mais puro: floreios, donzelas que desmaiam, "ais de mim", gente pura e imaculada cheias de moral (versus gente ruim que dói), amores sofridos, texto muito descritivo. E, para coroar, ao longo do livro somos agraciados com algumas canções. Dito isso, gosto muito de algumas particularidades dele: há um olhar não tão complacente para as figuras religiosas (em um momento a perspectiva de uma moça vir a se tornar freira é, inclusive, descrita como algo maléfico/perverso), o que quebra a aura perfeita da moral religiosa que ele evoca; há uma desobediência inerente em pelo menos uma das figuras femininas, que, apesar de os valores da sociedade da época tentarem podá-la, se impõe e não se deixa dominar pela determinação masculina. Mas o que me faz realmente gostar de Romance Siciliano: há uma passagem específico bastante calcada no terror (apesar de o livro não ser desse gênero) que eu acho que faz a leitura valer a pena - além de todos os momentos que justificam sua classificação como literatura gótica.

    2 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.8 / 6
    • 5 estrelas33%
    • 4 estrelas50%
    • 3 estrelas0%
    • 2 estrelas17%
    • 1 estrelas0%
    Ann Ward Radcliffe profile picture

    Ann Ward Radcliffe

    Seu nome real era Ann Ward e nasceu em Holborn, Londres, filha de um comerciante. Contraiu casamento com William Radcliffe, editor do English Chronicle na cidade de Bath, no ano 1788. Não tiveram filhos. Só por se distrair, Ann começou a escrever histórias, sendo animada por seu marido. Publicou The Castles of Athlin and Dunbayne em 1789, ambientada na Escócia, recebendo escassa atenção por parte da crítica e o público. Esta obra no entanto fixou o tom que predominaria no resto de sua produção, na qual sempre aparece alguma inocente e heroica jovem no marco de um tétrico e misterioso castelo em mãos de um ainda mais misterioso senhor de escuro passado. Nos anos seguintes escreveu outras quatro novelas, ambientadas em lugares que resultavam exóticos para seus leitores. Suas novelas foram tremendamente populares entre a classe alta e meia alta, e eram literalmente devoradas pelas jovens senhoritas que se sentiam identificadas com suas intrépidas heroínas. Assim, escreveu: A Sicilian Romance (1790), The Romance of the Forest (1791), Os mistérios de Udolfo (The Mysteries of Udolpho) (1794) e O italiano (The Italian) (1796). Igualmente, escreveu um volume descrevendo suas viagens a Holanda, Alemanha e o Lake District. O sucesso de The Romance of the Forest (traduzido por ‘O idilio do bosque’) colocou a sua autora como máximo exponente da novela histórica. Suas últimas novelas acordaram ainda maior interesse, o que trouxe consigo um grande número de imitadores de todo o tipo. Jane Austen parodiou The Mysteries of Udolpho (‘Os mistérios de Udolfo’) em sua obra A abadia de Northanger, à qual conhecia e admirava. Radcliffe influiu também, entre outros, ao grande novelista escocês Sir Walter Scott e à pensadora Mary Wollstonecraft. Ann Radcliffe morreu o 7 de fevereiro de 1823 de insuficiência respiratória, provavelmente derivada de uma pneumonia. Seu ponto de vista a respeito de si mesma e de seu trabalho apareceu em 1826 baixo o intrigante título 'On the Supernatural in Poetry', by the bate Mrs. Ann Radcliff (traducible por ‘Sobre o sobrenatural em poesia, pela difunta Ann Radcliffe’). Trata-se, no entanto, de um trabalho sério, digno de leitura atenta. Postumamente foram publicadas uma novela, Gaston de Blondeville e St. Albans Abbey, a Metrical Devaste.

    34 Livros
    53 Seguidores
    Londres, Inglaterra,Reino Unido

    Ann Ward Radcliffe