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    Os três mosqueteiros (Ex-libris - clássicos em quadrinhos) -

    Alexandre Dumas

    Salamandra
    2011
    208 páginas
    6h 56m
    ISBN-13: 9788516070069
    Português Brasileiro
    3.3
    33 avaliações
    Leram57Lendo3Querem50Relendo1Abandonos2Resenhas5
    Favoritos1Desejados50Avaliaram33

    D'Artagnan conta as aventuras de um gascão de dezoito anos. Esse jovem de sangue quente deixa a terra natal para se apresentar em Paris com a recomendação do pai ao fidalgo de Tréville, capitão da Companhia dos Mosqueteiros. Segue-se uma série de acontecimentos que fazem com que D'Artagnan tenha de duelar com os três mosqueteiros - Athos, Porthos e Aramis - e os guardas do cardeal Richelieu... As trepidantes aventuras do jovem estão apenas começando!

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    Carol Damaso picture
    Carol Damaso30/11/2021Resenhou um livro
    2 (Razoável)

    O dia de vir falar mal de livro na internet veio

    Oi gente, tudo bem? Hoje eu tô aqui pra falar mal de livro, e a vítima da vez é essa versão HORROROSA desse clássico da literatura francesa, Os Três Mosqueteiros. * Pra começo de conversa, minha professora de Língua Portuguesa é uma grande admiradora de literatura francesa ( e tava totalmente contra em dar essa versão para a gente ler), e nem ela gostou, ENTÃO QUEM SOU EU PRA NÃO GOSTAR TAMBÉM? * Enfim, esse livro se passa em um momento histórico muito complexo, e nem eu que gosto de história entendi, E ELES NÃO EXPLICAM NADA (!!!!!!). Então eu fiquei: "Eu não saquei o que tá acontecendo aqui, mas eu vou fingir que saquei." Sério, o jeito que eu boiei aqui foi LINDO, e uma história com TANTO potencial como essa, fica toda largada, as coisas jogadas, fica tudo uma enorme BAGUNÇA. * Os personagens tem um desenvolvimento PORCO, muito tosco, não mais que o necessário e muito raso, além de que a Milady, uma das personagens mais emblemáticas, fascinantes e marcantes da história (fonte: Raissa surtando comigo com essa versão RIDÍCULA) aparece poucas vezes, não tem desenvolvimento NENHUM no backgound dela, e ainda parece um bicho, sendo que na obra integral ela é descrita como uma das mulheres mais lindas da época (!!!!!). * As ilustrações são HORRÍVEIS, parece que o ilustrador tava puto com o mundo quando desenhou essas porcarias, porque é cada coisa que chega até a ser engraçado as vezes kkkkk. * Eu também preciso dizer que a maneira que eles desenvolvem as relações é PÉSSIMO. Por exemplo, uma das amizades mais famosas da literatura, a relação de irmandade entre o Porthos, o Athos, o Aramis e o D'Artagnan é muito tosca, entre várias outras relações e conflitos políticos que tinham muito potencial. * Eu poderia ficar aqui por horas só falando das coisas que eu odiei nesa versão, mas não tenho todo o tempo - e linhas - do mundo. * A única coisa que eu acho que não me fez zerar a nota foi o potencial que a obra tem, e não é a toa que essa trama seja talvez uma das mais famosas da literatura clássica. A trama é, sem dúvidas incrível, mas aqui não foi explorada direito, então eu quero - e vou - ler a obra integral, comentada e ilustrada da Zahar. Ou seja, o trauma com Os Três Mosqueteiros não prevalecerá! * Bem, acredito que não tenha mais nada a acrescentar sobre essa versão, e em um geral, foi isso! * Obrigada por terem lido até aqui e até a próxima!

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    Dumas Davy de la Pailleterie profile picture

    Dumas Davy de la Pailleterie

    Alexandre Dumas, pai - foi um romancista francês. Seu nome de batismo era Dumas Davy de la Pailleterie. Nasceu na região de Aisne, próximo a Paris. Era neto do marquês Antoine-Alexandre Davy de la Pailleterie e de uma escrava (ou liberta, não se sabe ao certo) negra, Marie Césette Dumas. Seu pai foi o General Dumas, grande figura militar de sua época. Enquanto trabalhava em Paris, Dumas começou a escrever artigos para revistas e também peças para teatro. Em 1829 foi produzida sua primeira peça, Henrique III e sua Corte, alcançando sucesso de público. No ano seguinte, sua segunda peça, Christine, também obteve popularidade. Como resultado, tornou-se financeiramente capaz de trabalhar como escritor em tempo integral. Entretanto, em 1830, participou da revolução que depôs o rei Carlos X de França e substituiu-o no trono pelo ex-patrão de Dumas, o Duque d'Orléans, que governaria com o nome de Luís Filipe de França, alcunhado de Rei Cidadão. Até meados da década de 1830, a vida na França permaneceu agitada, com tumultos esporádicos em busca de mudanças promovidos por republicanos frustrados e trabalhadores urbanos empobrecidos. À medida que a vida retornava lentamente à normalidade, o país começou a se industrializar e, com uma economia em crescimento combinada com o fim da censura à imprensa, a vida recompensou as habilidades de escritor de Alexandre Dumas. Após escrever mais algumas peças de sucesso, passou a se dedicar aos romances. Apesar de ter um estilo de vida extravagante e sempre gastar mais do que ganhava, Dumas provou ser um divulgador astuto. Com a alta demanda dos jornais por romances seriados, em 1838 simplesmente reescreveu uma de suas peças para criar sua primeira série em romance. Intitulada "O Capitão Paulo" (em francês Le Capitaine Paul) levou-o a criar um estúdio de produção que lançou centenas de histórias, todas sujeitas à sua apreciação pessoal. Em 1840, casou-se com uma atriz, Ida Ferrier, mas continuou a manter seus casos com outras mulheres, sendo pai de pelo menos três filhos fora do casamento. Um desses filhos, que recebeu o seu nome, seguiria seus passos na carreira de novelista e escritor de peças teatrais. Por causa do mesmo nome e da mesma profissão, para distinguir um do outro, um é chamado Alexandre Dumas pai (Alexandre Dumas, père) e o outro Alexandre Dumas, filho (em francês, Alexandre Dumas, fils).

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    Picardia, França

    Dumas Davy de la Pailleterie