Personagens: Bram e Narnia
Separados na noite de núpcias. Ou melhor, ANTES da noite de núpcias.
Ele: prisioneiro de guerra, sofre tudo o que pode e o que não pode no cativeiro.
Ela: acreditando-se viúva, casa com um homem que é tão interessante quanto uma dor de barriga.
Ele: foge após sete anos.
Ela: fica viúva.
Depois de tudo isso, ambos se reencontram e vão para o antigo clã dele, para morar com sua família.
Mas as coisas obviamente não seriam fáceis porque os dois estão mudados: Bram está cheio de cicatrizes e traumas emocionais diante do horror que viveu e seu objetivo é resgatar o irmão Callum que continuou no cativeiro. Já Narnia, passou por um casamento ruim e, emocionalmente, também não está muito bem.
Dessa forma, quando chegam ao antigo clã de Bram, eles terão que se conhecer novamente, refazer laços desatados com o tempo, resgatar a confiança perdida, principalmente por parte dele, que está esquivo com ela, a família e todos ao redor (compreensível, claro, afinal quem sairia incólume psicologicamente de um lugar onde era escravo e torturado?). Mas aos poucos as coisas foram acontecendo entre ambos.
A história também tem ação e aventura e dá uma idéia de como era tenso viver naquela época, com constantes possibilidades de ataques de inimigos, invasões, guerra e etc.
O livro é bom. As cenas românticas entre os dois são bastante sensuais, mas sem ser cair no mau gosto. A devoção de Bram por Narnia é realmente muito linda. Ele enxerga a esposa como um refrigério pra alma, como bálsamo e faz tudo por ela. É uma gracinha e eu ficaria satisfeitíssima de ter um assim pra mim. Eu cuidaria direitinho de seus traumas emocionais e dos físicos... Ô!!!!
Gostei do livro, embora nunca tenha lido um romance sobre a época medieval. A princípio eu estranhei, já que o estilo de vida, os costumes, o cotidiano, enfim, tudo é muito diferente. Mas isso é óbvio, né, caso contrário, a história ficaria inverossímil.
Recomendo.
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