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    L'Argent (Les Rougon-Macquart #18) -

    Émile Zola

    Gallimard
    1891
    314 páginas
    10h 28m
    ISBN-10: 2070372227
    3.3
    3 avaliações
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    Favoritos0Desejados3Avaliaram3

    Dix-huitième volume des Rougon-Macquart, L'Argent est le premier grand western financier des temps modernes : bilans falsifiés, connivences politiques, fièvre spéculative, manipulations médiatiques, rumeurs, scandales, coups de bourse et coups de Jarnac, lutte à mort entre les loups-cerviers de la finance qui déjà rôdaient chez Balzac. S'inspirant de quelques faits divers retentissants, Zola décrit le culte nouveau du Veau d'or, la vie secrète de son temple, l'activité fiévreuse de ses desservants ; il dénombre ses élus et ses victimes. A l'heure des conflits économique planétaires, il faut revivre cette croisade et cette épopée du Capital. A l'heure où les audaces de la technologie bancaire nous font frémir, il faut relire cet hymne à la vie. --Ce texte fait référence à une édition épuisée ou non disponible de ce titre.

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    Gláucia Renata Beretta picture
    Gláucia Renata Beretta14/10/2018Resenhou um livro
    3 (Bom)

    O Dinheiro - Émile Zola

    Publicado em 1891 é o 18º volume da série Os Rougon-Macquart. O protagonista é novamente Sacquard, irmão do bem sucedido e poderoso Rougon que ficou do lado certo durante o golpe empreendido por Napoleão III. Cego de ambição, não pelo dinheiro em si mas pelo poder e prestígio que ele representa, Sacquard não mede esforços a fim de conseguir muito dinheiro através da especulação financeira e é basicamente disso que fala o livro. A Bolsa de Valores fervilha e é um grande jogo de ilusões onde pobres coitados apostam todas as suas economias a fim de verem seus bens decuplicados. É doloroso acompanhar esses pobres diabos iludidos, desde o início percebemos como tudo isso vai terminar e nem adianta gritar: "Seus tolos! Não façam isso!". Gostei da leitura mas a previsibilidade estraga um pouco a graça da leitura. É Zola querendo provar sua teoria.

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    Émile-Édouard-Charles-Antoine Zola

    Émile Zola nasceu na capital francesa. Filho do engenheiro François Zola e sua esposa Émilie Aubert, cresceu em Aix-en-Provence, onde estudou no Collège Bourbon (atualmente conhecido como Collège Mignet) e, aos dezoito anos, retorna a Paris para estudar no Lycée Saint-Louis. Devido às complicações financeiras por que passou após a morte do pai, Zola é levado a trabalhar em uma série de escritórios, ocupando cargos de pouca influência. Inicia-se no ramo jornalístico escrevendo colunas para os jornais Cartier de Villemessant's e Controversial. Suas colunas não poupavam críticas severas a Napoleão III - (...) meu trabalho torna-se a imagem de um reinado partido, de um estranho período de loucura e vergonha humanas - e à Igreja - A civilização jamais alcançará a perfeição até que a última pedra da última igreja caia sobre o último padre. A obra de caráter autobiográfico La Confession de Claude (1865), um dos primeiros trabalhos publicados por Zola, atraiu atenção negativa da crítica especializada. O ainda mais criticado Thérèse Raquin, romance lançado no ano seguinte, apresentou uma abordagem inovadora em sua concepção: inspirado pelos estudos científicos da época, Zola propõe não um simples romance, mas uma análise científica pormenorizada do ser humano, da moral e da sociedade. Thérèse Raquin tornou-se, portanto, marco inicial de um novo movimento literário, oriundo da análise científica e experimental do ser humano: o Naturalismo. Em vida, Zola também demonstrou elevado engajamento político. Certamente, seu trabalho de maior influência política foi a carta aberta intitulada J'acccuse (Acuso), destinada ao então-presidente da França Félix Faure. A carta, publicada na primeira página do jornal parisiense L'Aurore em 13 de janeiro de 1898, acusou o governo francês de anti-semitismo por julgar e condenar precipitadamente o capitão Alfred Dreyfus, judeu e oficial do exército francês, por traição em 1894. Émile Zola faleceu em 29 de setembro de 1902 em sua casa em Paris devido à inalação de uma quantidade letal de monóxido de carbono proveniente de uma lareira defeituosa; alguns estudiosos, em razão das misteriosas circunstâncias do ocorrido, não descartam a hipótese de homicídio

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