A história do Constantine, chamada "Este é o diário de Danny Drake", é muito boa. É apresentada em camadas, começando de maneira ordinária, contando com revelações e uma conclusão amarga. E tudo isso em uma história solo, com poucas conexões cronológicas.
A segunda história, "Mulher caída", prossegue a trama de vingança do Primeiro dos Caídos contra Constantine. As peças são colocadas no tabuleiro, e a ação ainda virá. Curioso notar que Tali, o anjo e Chantinelle, a demônio, e o filho desse amor proibido, tudo isso pode ser o protótipo de trama principal do Preacher.
Temos mais Livros de Magia. A não-linearidade é explorada. A Molly é um exemplar de "Maniac Pixie Dream Girl" do Tim Hunter. A referência a Barbatos lembra imediatamente o personagem desenvolvido pelo Grant Morrison. Mas é apenas um demônio, e não o demônio-morcego. É dele a frase que fundamenta a mistura de passado e futuro: "o tempo é um continuum fluído, e o que você chama de passado e futuro são apenas correntes... correntes em constante mudança". Uma vez mais, surge um candidato a tutor do jovem Tim Hunter. Parece uma vida de celebridade mirim, um prodígio que atrai todo tipo de pretenso "protetor", que na verdade é um tipo de explorador. O primeiro candidato foi o próprio Tim do futuro. O segundo aparece na próxima história, na primeira parte do arco "Sacrifícios". É um cara (ou ser) sinistro que se torna vizinho dos Hunter. O gancho final é eletrizante.