Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas24
    • Leitores549
    • Similares3
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    O Beijo no Asfalto - Graphic Novel

    Nelson Rodrigues, Gabriel Góes

    Nova Fronteira
    2008
    72 páginas
    2h 24m
    ISBN-13: 9788520920022
    Português Brasileiro
    3.6
    269 avaliações
    Leram438Lendo6Querem102Relendo0Abandonos3Resenhas24
    Favoritos15Desejados102Avaliaram269

    Um homem casado beija a boca de outro homem que acaba de ser atropelado. Estampado como manchete de jornal, o "beijo no asfalto" torna-se o assunto mais comentado da cidade. Um episódio inusitado dispara uma série de ações que misturam intrigas da imprensa, corrupção da polícia, preconceitos sexuais e crise da moral familiar burguesa. O "beijo no asfalto" estreou em 1961, nos palcos do Teatro Ginástico, no Rio de Janeiro. Autor homenageado na V FLIP, a Festa Literária Internacional de Parati, Nelson Rodrigues revela, com esta peça, por que foi e continua sendo motivo de debates e polêmicas inesgotáveis. A Nova Fronteira lança agora "O beijo no asfalto", uma das mais conhecidas tragédias cariocas de Nelson, no formato de graphic novel. Ao unir o talento do dramaturgo à estética dos quadrinhos, a editora inaugura uma nova linguagem para este clássico do teatro brasileiro.

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover

    Similares (3)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    Resenhas (24)Ver mais
    Jonas Reis Corrêa picture
    Jonas Reis Corrêa11/05/2021Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    O beijo no asfalto: Graphic Novel

    O beijo no asfalto é uma tragédia contemporânea, onde o enredo pode ser caracterizado como simples, porém os acontecimentos são surpreendentes e nada convencionais. Nelson Rodrigues utiliza uma linguagem usual, que é empregada para ser falada pelos atores representantes. Nos diálogos, há muitas interrupções na fala; esses cortes são recorrentes da língua falada, e na obra, são escritas. Como não há narrador, só diálogos, a obra é muito dinâmica e permeada de ações. Entretanto, fica impossível o leitor conhecer o que passa de sentimentos e percepções nos personagens no desenrolar da trama. Arandir é um personagem que sofre uma intensa transformação. Não por sua culpa ou vontade, mas por maldade e preconceito alheios. Ao beijar a boca do morto, Arandir deixa de ser visto como na realidade é – um homem honesto, trabalhador, bom marido – e passa a ser engessado como homossexual e criminoso, e fica a se esconder, solitário. Para ele, o beijo foi um sinal de caridade, de amor ao próximo, sem ter outra saída, fez o bem a um desconhecido. Para a sociedade corrupta e preconceituosa, não há lugar para bons sem sentimentos sem haver nada em troca. Seria, assim, impossível um homem dar um beijo em outro homem apenas por sinal de amizade. Os personagens não aceitam a história de Arandir e se unem para cada vez mais provar que ele já conhecia o morto e forma-se uma verdadeira conspiração contra o personagem. Outra personagem que também sofre uma transformação é Selminha. Ela mostra-se uma esposa dedicada, amorosa e apaixonada pelo marido. Porém, na primeira notícia, já duvida se seu marido é realmente heterossexual. Desacreditando dele, Selminha fica com nojo de beijá-lo e, apesar de sofrer, recusa se encontrar com ele no hotel.

    10 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.6 / 269
    • 5 estrelas23%
    • 4 estrelas26%
    • 3 estrelas35%
    • 2 estrelas12%
    • 1 estrelas4%
    Nelson Falcão Rodrigues profile picture

    Nelson Falcão Rodrigues

    Foi um jornalista e escritor brasileiro. Grande nome da literatura brasileira, consagrou-se especialmente através de seus contos e peças teatrais. Colunista de sucesso em sua época, também destacou-se nas crônicas esportivas, folhetins e romances, estes últimos, sob pseudônimos de Myrna e Suzana Flag. Foi o mais revolucionário personagem do teatro brasileiro, abrindo as portas à moderna dramaturgia no país. Trabalhou nos grandes jornais do Rio de Janeiro. Percorreu, contudo, um árduo itinerário, marcado pelas tragédias familiares e pela crítica equivocada da época, vinda tanto de militantes políticos comunistas como conservadores. Iniciou sua carreira jornalística em 29 de dezembro de 1925, como repórter de polícia no jornal de seu pai, tendo apenas treze anos e meio.

    102 Livros
    784 Seguidores
    Pernambuco, Brasil

    Nelson Falcão Rodrigues