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    Mrs Dalloway -

    Virginia Woolf

    Autêntica Editora
    2013
    272 páginas
    9h 4m
    ISBN-13: 9788575266038
    Português Brasileiro
    4
    12421 avaliações
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    É simples a trama de Mrs Dalloway. Tudo se passa num dia de junho de 1923. Clarissa, esposa de Richard Dalloway, membro do Parlamento britânico, sai para comprar flores para a festa que dará à noite. No caminho passa por algumas das ruas centrais de Londres e por dois de seus principais parques, encontrando o amigo Hugh Whitbread. Seu trajeto cruza com o de outro personagem central, Septimus Warren Smith, que, acometido de um sério trauma de guerra, encaminha-se, com a esposa que conheceu na Itália, Rezia, para uma consulta com um importante psiquiatra. Já em casa, Mrs Dalloway recebe a visita de um antigo namorado, Peter Walsh. Deixando a casa de Clarissa, ele empreende sua própria caminhada por Londres, regressando, depois, ao seu hotel, de onde sai, ao final da tarde, para a festa da antiga namorada. O romance culmina na festa de Mrs Dalloway, onde se encontram pessoas de suas atuais relações, como o próprio Primeiro-Ministro, e pessoas de seu passado: além de Peter Walsh, também Sally Seton, uma paixão da adolescência. Um mosaico de cenas exteriores recheia a trama aparente do romance: a passagem de um misterioso automóvel carregando uma importante personagem política; as proezas de um avião escrevente; uma rusga entre a filha adolescente de Mrs Dalloway, Elizabeth, e sua preceptora, a Srta. Kilman; a aventurosa perseguição feita por Peter Walsh a uma senhorita que ele destacara da multidão; uma mendiga, próximo à estação de metrô do Regent’s Park, entoando uma canção ancestral; o trágico fim de Septimus. A estrutura da narrativa tampouco é complicada. No esforço para evitar a linearidade típica da prosa e da narrativa tradicional, Virginia Woolf dividiu o romance não em capítulos, mas em cenas, em que se sobrepõem, se cruzam e se confundem, numa simultaneidade vertiginosa, episódios do presente e do passado; acontecimentos atuais e rememorações; atos, visões e pensamentos; fantasia e realidade; vida e sonho; realidade e alucinação. É nesse painel cuidadosamente montado que Virginia empreende uma exploração que, na superfície, cobre o mapa da área central de Londres, mas, muito mais profundamente, percorre o mapa interior e sentimental de personagens como Clarissa Dalloway, Peter Walsh, Septimus Warren Smith…

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    Jonara Oliveira picture
    Jonara Oliveira21/03/2010Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Imagine que você é um beija-flor, batendo asas a 70, 80 batidas por segundo... indo de flor em flor para captar o nectar, aqui e ali, leve leve... tão leve que chega a irritar, mudando de posição tão rápido que mal se percebe o momento que se saiu de uma flor e se partiu para outra. Isso é a escrita da Virgínia Woolf neste livro. Ela voa de um pensamento a outro, de um personagem a outro, leve, irritante e frenéticamente... é exaustivo acompanhar a linha de raciocínio que segue e segue e segue... 187 páginas de pensamentos de um único dia! É poético, depressivo, luminoso ao mesmo tempo. Um dia na vida de Mrs. Dalloway, em que ela vai dar uma festa. Nada fora do comum, nada de especial, só as sensações, lembranças, as impressões das pessoas naquele dia. Um livro bem interessante, é interessante também a quantidade de vezes que Virgínia Woolf se refere às ondas, ao mar, água, etc. Realmente, parece que ela sempre teve uma relação forte com o mar. Fluxo de consciência é algo que me deixa profundamente incomodada. Não consigo acompanhar o pensamento deles, me perco nos meus e começo a achar que o autor é maluco, ou que eu estou começando a ficar maluca. Realmente me perturba ler qualquer coisa escrita desta forma. O que não significa que isso seja ruim.

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