The people of Alban are afraid. The tyrannical king and his masked Enforcers are scouring the land, burning villages and enslaving the canny. Fifteen-year-old Neryn has fled her home in the wake of their destruction, and is alone and penniless, hiding her extraordinary magical power. She can rely on no one – not even the elusive Good Folk who challenge and bewilder her with their words. When an enigmatic stranger saves her life, Neryn and the man called Flint begin an uneasy journey together. She wants to trust Flint but how can she tell who is true in this land of evil? For Neryn has heard whisper of a mysterious place far away: a place where rebels are amassing to free the land and end the King's reign. A place called Shadowfell. An engrossing story of courage, hope, danger and love from one of the most compelling fantasy storytellers.
Shadowfell -
Juliet Marillier
Juliet Mariller é uma dessas autoras, assim como o Ken Follett e a Anne Fortier, que eu conheci através de amigos do skoob. Foi um desses casos de paixão à primeira leitura: a atmosfera mágica de suas histórias e a delicadeza com que ela constrói seus personagens tornam sua escrita bem especial. "Shadowfell" segue o padrão de qualidade da autora, a começar pela abordagem da mitologia céltica insular: se Sevenwaters pincelava um pouco da guerra entre as raças divinas , aqui, há a presença das fadas e outras criaturas mágicas que também povoam essas lendas. Eu confesso que tinha torcido o nariz para as fadas e estava com medo da história se tornar boba e infantil, mas eu não precisava me preocupar. O cuidado da autora com os diálogos e, em especial, o constante clima de ameaça que permeia a história afastam qualquer sensação de livro bobo. E embora a autora não utilize a mitologia como um elemento de terror, como vemos nas "Crônicas de Gelo e Fogo", ela tampouco serve de re refúgio, como a mitologia grega de Riordan. .A Escócia (Alban) medieval de Juliet é sombria e devastada. Parece ficar em um lugar entre a Terra Média de Tolkien (sem Valfenda) e a Westeros de Martin Dá a impressão de que algo muito ruim vai acontecer com Nerym a cada virada de página, em algo parecido com o que se vê em "O livro das sombras", de Phillipp Pullmann e, em menor grau 'A fúria dos Reis". Narym é um ponto de luz em meio às sombras. Ela é forte e frágil, em uma combinação comum às protagonistas da Juliet, e, ainda assim, única. Gostei demais de seu jeito gentil e achei-a de uma coragem admirável. Seu progresso ao longo da história é impressionante. Estou louca para ver até onde ela pode chegar e, principalmente, se meu ship vai vingar. No todo, posso dizer que gostei bastante da história e dos personagens. Como não vi maiores defeitos para me queixar, vou dar cinco estrelas com gosto. Recomendado, como qualquer coisa que a Juliet tenha escrito.
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