Superinteressante N° 193 (Outubro de 2003) - Meditação

    Revista com diversas matérias

    Abril
    2003
    108 páginas
    3h 36m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro

    "o que é, para que serve, o que a ciência diz a respeito e por que tanta gente está praticando" (Jomar Morais) Outras matérias de capa: Encruzilhada americana; A engenhoca perfeita!; Só love.

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    Outubro de 2003

    "O que acontece com os EUA?" Reportagem interessante, sobre a influência norte-americana de prestígio e simpatia decrescentes no contexto mundial. O texto é extenso, a discussão é atual e as informações dão base para percepção sobre o declínio de outros impérios na História. Foi ressaltado a hegemonia da Europa no século 19 (colonialismo), a ascensão dos EUA no século 20 (hábil nas oportunidades circunstanciais favoráveis) e seu declínio no 21 (o que aconteceu?). Em termos gerais, ficou evidente que as supremacias imperiais são maiores e mais evidentes no paralelo entre nações com grande poder e outras com fragilidades diversas comparativamente (olha aí a Rússia ferrando a Ucrânia, mas se os ucranianos tivessem ainda seu arsenal nuclear, duvido que o Putin invadiria...). Assim foi na História, como nos idos da colonização europeia. A soberania é abalada quando as nações subjugadas não apresentam apenas descontentamento historicamente conhecido e passam à capacidade reativa, contestatória e libertária para seus interesses políticos, o que torna os impérios abalados e insustentáveis em sua hegemonia duradoura. A mesma "receita" para todas as ruínas e perda de prestígio. Com os EUA, que foi estimado como a nação que mais deteu poder e influência mundial, a soberania foi abalada com ascensão, crescimento e rivalidade de outras nações, além da evolução da globalização, onde as informações passam a ser conhecidas e sujeitas à criticidade (a ideologia manipulada não é ditada como antes). O contexto escancara manobras interesseiras, ruptura de acordos, não adesão a outros, intromissão na política de nações, exploração, posse usurpadora, e assim a visão de simpatia é abalada (contexto que favoreceu historicamente a ascensão americana). O texto tem isso, mas não é resumo. Tudo é também óbvio, mas é exercício interessante tentar organizar as ideias textualmente pós leitura. Fui instigado a essas percepções... "Amor no laboratório" É inegável que o amor não se resume a reações metabólicas, loucura se isolar nessa percepção, porém, é também notório que o comportamento afetivo tem reações biológicas comuns, proposição da reportagem (devaneio... o texto bíblico em Provérbios diz que o coração alegre aformoseia o rosto, em outra diz também que palavras agradáveis são doces como o mel e saúde para o corpo). O destaque foi para a ocitocina, hormônio correlacionado ao prazer, relaxamento, maternidade, entre outras funções. Só não sou favorável à definição dada de "hormônio do amor", este transcende a bioquímica. Ponto interessante foi a discussão se as mulheres são mais românticas e por que? Novamente, assunto complexo para reduçâo metabólica, mas faz parte desse contexto maior presença de ocitocina e estrogênio. O registro não é de definição, apenas uma caracterização, que tem representatividade, em que nível for. "É só respirar" Sobre a meditação e potenciais benefícios. Reforçou o que pensava, das buscas serem a um ideal similar a estado vegetativo, "morto-vivo" (o que penso). É, mas o corpo está reagindo, com descargas hormonais relaxantes, o que torna as pessoas relaxadas e mais seguras para escolhas e reações sem impulsividade. Minha escolha é, diante do estresse, tentar viver o que Deus ensina em 1 Coríntios 13 (desafiador, difícil, mas possível, em Deus). O interessante é que a raiva, os sentimentos impulsivos vão estar presentes, superando-se em escolha posicional em Deus. Tão fácil falar... A seção Nostalgia trouxe a produção cinematográfica de Charles Bronson (falecido em 2003). Tem filmes que não conheço, me interessei por alguns e dos que já vi o preferido é "Era uma vez no Oeste". Faroeste paidégua demais, com aquela música tema que dá sensação relaxante, parececendo de alguém que chega devagar num voo, pega no colo e carrega para voos muito altos. Ô bobagem legal...

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