"Bem-vindo à Matrix"
A edição foi publicada no mês de lançamento de Matrix Reloaded e, mais que referências ao filme (curiosas e interessantes), se propunha à discussão filosófica sobre o contexto do filme. O foco foi a percepção da realidade como ilusão, manipulada para disfarçar interesses escusos. Foram feitos paralelos com a religião, a política e a ciência vigente, ressaltando-se o pensamento crítico como a forma de desapego e libertação.
De certa maneira, acredito que já vivemos numa Matrix, onde nos perdemos na percepção do que seja ilusão. Verdade também que a internet está evoluindo para universo mais dominante e impactante sobre o pensamento, relações sociais, política, econômia e cultura, como meio único para satisfação: o Metaverso. Mesmo que a pessoa não goste será necessário uma identidade digital.
Não vou perder oportunidade de registrar que é cenário para a influência e domínio do Anti-cristo, a Matrix que tem crescido em domínio desse mundo...
"Dor, essa incompreendida"
Interessante a frase de que "A dor é um processo de exoneração do que nos prejudica". A reportagem disserta sobre isso, de redução da dor à busca de uma analgesia, com cultura crescente de uso indiscrinado de medicações, gerando vício e ignorando a principal função, de alertar sobre disfunção agravante. E não é assim? Pior que cultivei essa visão e hoje convivo com consequências (usei indiscriminadamente Voltaren para combater dor renal).
Gostei do gráfico sobre a família dos personagens Disney. Tem muitos que nem conhecia. Algo que não foi revelado é que o Mickey foi criado como plágio de um coelho. Li em outra publicação sobre o Coelho Oswald...
Essas e outras na edição...