Agosto de 2002
"Maconha" Reportagem abrangente, com aspectos culturais, históricos, sociais e medicinal. Destaque para o paralelo entre conceitos comuns, muitas vezes equivocados, e o parecer científico segundo a edição (que também está sujeito a subjetivismo). Entretanto, o texto é rico e válido para uma percepção geral. Não concordo com parecer de que não cause qualquer dano à saúde e, sobre a discussão de legalização como droga que chamam recreativa, penso que para quem usa não existe impedimentos. Tem coisa pior à venda e, apesar de não gostar, minha percepção é que se discriminalize. Entre o tráfico ou isso, parece-me o menos pior. E toma-te campanhas educativas também, como fazem com cigarro e álcool. No momento, é o que a reportagem instigou-me. "Eles também tem cultura" Sobre a inteligência dos animais, em várias espécies capaz de refinamentos culturais bastante explícitos (primatas, cetáceos, entre outros). A reportagem usa esse gancho para destacar o respeito às espécies. "Programado para a fé" A fé seria intrínseca à natureza humana, seja em mitos ou experiências transcendentais, o que foi importante para o desenvolvimento diante de adversidade e aflições, instigando autocontrole e laços sociais. Pontos enfatizados na reportagem. "Corrida contra o tempo" Trouxe a linha de pensamento que partilho sobre a busca da longevidade, similar a muita gente, de associar essa busca à qualidade de vida, o que significa dizer vida saudàvel. Lembrei de certa parte do filme "Horizonte perdido", em que uma moça estava prestes a se suicidar e aí entra um cidadão de Shangrilá que em breve diálogo termina com a frase: "... mas escolha o caminho que faz da morte uma satisfaçâo".






