Superinteressante N° 306 (Julho de 2012) - A Chave da Concentração

    Abril

    Abril
    2012
    90 páginas
    3h 0m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro

    jul/12 - Nosso cérebro não foi programado para manter o foco. Mas é possível aprender a dominar sua mente. Saiba como.

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    R .25/10/2023Resenhou um livro
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    Julho de 2012

    "Concentração" A reportagem de capa partiu da premissa de que é difícil manter o foco, pois os elementos de sensações intensas costumam ser privilegiados, o que seria herança ancestral para garantir a sobrevivência. No que interessa, algumas propostas foram dissertadas, tipo exercícios mentais para aumentar a concentração. Tem seu valor, mas não gosto de dinâmicas, detesto. O que curti das proposições foi o estabelecimento da atividade como uma espécie de jogo. Faço com frequência, reduzindo bastante possíveis desgates. Na real, penso que a reportagem deixou a desejar. Interessante que tenho fama de focado no trabalho, mas em verdade não é como imaginam. O que faço é exatamente o que senti falta no texto e o estabelecimento de metas é uma das disposições. De início vejo o que pode ser feito no dia, definindo (meta diária). Muitos se perdem por não estabelece-las e protelar a ação, empurrando tudo para momento necessário depois, pra lá de estressante. O segundo aspecto é não se tornar escravo da ação, assim vou tentando fazer com fluidez a atividade, se é que consigo explicar. Oras se quero ver o celular, separo estrategicamente um tempinho e continuo. Nada de legalismo, tudo tem seu tempo como escrevera o Eclesiastes. A partir das metas diárias, consigo as mensais que, diga-se de passagem, nem me preocupo, pois sei que as diárias me levam a bom êxito nas mensais. Sabe como é, de grão em grão... Uso isso para trabalho, estudo e o que pintar no exigir de foco. Registre-se porém que em tudo que relatei há correlação com atividade prazerosa. E as que são chatas? Pergunta que a revista também fez... A resposta no texto foram as tais disposições de ação como num jogo, o que não funciona para mim quando envolve ação num desgostar. Aí, é desenvolver a atividade com senso de responsabilidade. Foi assim que trabalhei por cinco anos num local em que tive muito estresse, desempenhando com persistência e também zelo, mas com um diferencial, desejando, buscando e batalhando por algo que fosse melhor. Assim aconteceu, trabalhando hoje, há 17 anos, num local de realização. É isso, foco requer ação e esta tem melhor desempenho com metas e responsabilidade. Que mané dinâmica nada... Façamos acontecer...

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