Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições2
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas1
    • Leitores160
    • Similares1
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Judas Iscariotes e outras histórias -

    Leonid Andreiev

    Claridade
    2004
    144 páginas
    4h 48m
    ISBN-10: 8588386275
    Português Brasileiro
    3.8
    48 avaliações
    Leram93Lendo2Querem64Relendo0Abandonos1Resenhas1
    Favoritos3Desejados64Avaliaram48

    O autor faz da contradição e das angústias da alma humana a sua matéria-prima, em contos que tematizam a morte, o jogo, o sofrimento que consome a infância e a ambivalência da representação. Na história que dá título à coletânea, apresenta ainda uma extraordinária reflexão sobre o papel do apóstolo estigmatizado pela traição, dele traçando um retrato profundamente humano, marcado pela ambiguidade e o caráter contraditório. Levantando questões fascinantes e delineando surpreendentes possibilidades de resposta, os contos do autor seduzem tanto pela atualidade de suas reflexões, quanto pela sua agilidade narrativa, que - à maneira dos mitos tradicionais -, se dirige ao mesmo tempo à mente e ao coração do leitor.

    Edições (2)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover

    Similares (1)

    Ver mais
    • book cover
    Resenhas (1)Ver mais
    Henrique Luiz Fendrich picture
    Henrique Luiz Fendrich27/11/2018Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    É até engraçado, mas o melhor desse livro está nas "Outras histórias". A história de Judas é correta, bem escrita e tudo mais, mas me pareceu até mesmo um tanto insossa, sobretudo diante de outras releituras de Judas que já li (a mais espetacular de todas foi feita pelo japonês Osamu Dazai no conto "A denúncia"). Sem falar que, ao contrário de tudo o mais que o Andreiev parece ter feito, mais endossa a doutrina oficial do que a questiona. Mas os contos que acompanham o livro sim, esses são quase todos muito bons. Vemos ali o Andreiev existencialista que eu já conhecia de outros contos (curiosamente, coisa que ele não é em “Judas Iscariotes”). O conto “O nada” é mais um que conta com a “participação especial” do diabo e, embora não tão brilhante quanto “A conversão do diabo” (que não faz parte dessa coletânea), é um conto forte que evidencia uma das principais angústias da alma humana. “Era uma vez” é um conto igualmente forte sobre certos personagens prestes a morrer em um hospital. "O grande slam” é mais famoso e, no meio da trama referente a uma partida de pôquer, se percebe sinais da mesma angústia existencial que justificou o conto “O nada”. Já “Valia” é um conto muito tocante sobre uma criança adotada que é levada de volta para casa pela mãe verdadeira. Só não gostei muito do último conto, “A máscara”. Em todo caso, já são oito os contos do Andreiev que li e, desses, três eu classifico como ótimos, quatro como bons e apenas um como ruim. É uma média superior à do Tchekhóv

    2 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.8 / 48
    • 5 estrelas23%
    • 4 estrelas40%
    • 3 estrelas25%
    • 2 estrelas10%
    • 1 estrelas2%
    Leonid Nicolaevitch Andreiev profile picture

    Leonid Nicolaevitch Andreiev

    Foi um escritor russo, considerado o maior entre os pessimistas da literatura russa. Até os 30 anos de idade, Andreiev teve uma vida muito pobre, passando dias e dias sem ter o que comer, chegando a tentar o suicídio, que não se consumou porque ele foi socorrido a tempo. Ainda no hospital, Andreiev se arrependeu do ato e começou a refletir sobre a incapacidade do homem de se sobrepor ao destino. Apesar dos reveses, prosseguiu nos estudos e formou-se em Direito mas, não possuindo vocação para a carreira, dedicou-se inteiramente à literatura e ao jornalismo. Suas primeiras novelas alcançam relativo sucesso. Tolstoi, em plena glória, o saudou com entusiasmo.Sua obra literária é povoada de infelizes personagens que inspiram compaixão. Andreiev nunca conseguiu se livrar das traumatizantes experiências de seu passado, e transmitia em seus textos imagens de tragédia e amargura através de seus vencidos personagens, com um estilo revoltado, impetuoso e torturantemente pessoal. Em geral, os trabalhos de Andreiev refletem a vida sombria e atormentada dos que já perderam todas as esperanças e ilusões. Até mesmo o humor com o qual tenta impregnar alguns textos tende a soar irônico e sombrio. Andreiev sempre tenta chamar a atenção do leitor para o lado mais trágico e cruel da vida, fustigando o egoísmo, a impiedade, a covardia e a brutalidade humanas. Colocado entre os grandes escritores pessimistas, Andreiev desce ao âmago das misérias que o rodeiam, não hesitando nem mesmo diante do mórbido, e expondo tudo com uma crueza quase selvagem. A dúvida sempre o atormenta e, por isso mesmo, da sua numerosa bagagem literária (contos, novelas, romances, dramas e comédias), poucos trabalhos refletem tão nitidamente a sua personalidade quanto A Conversão do Diabo, uma das obras primas do conto universal, que trata com graça, sensibilidade e um amargo e irônico humor o completo fracasso das pretensões diante das contingências da vida. Os editores mostram-se sempre interessados em seu livros, que ele publicou continuamente até morrer em condições misteriosas em 1919 na cidade de Kaokkala, Finlândia, onde se exilara 5 anos antes.

    16 Livros
    22 Seguidores

    Leonid Nicolaevitch Andreiev