My Fair Lady -

    Alan Jay Lerner

    Penguin Books
    1997
    128 páginas
    4h 16m
    ISBN-10: 0140013644

    When overbearing Professor Higgins stumbles on flower girl, Eliza Doolittle, in Covent Garden he recognizes that her hideous vowels and forgotten consonants are all that separate her from the upper classes. Higgins wagers that he can pass her off as a Duchess in a matter of weeks. But what will become of Eliza when the bet is over?

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    Clio28/05/2025Resenhou um livro
    2 (Razoável)

    O conto do Pigmalião moderno, mas com certa crítica social e algumas adaptações não tão bem vindas. Bernard Shaw foi um escritor de teatro celebrado pela acidez de um texto que ainda assim conseguia atingir o gosto do público. My Fair Lady é um tapa com luva de pelicas na sociedade inglesa que insistia (como ainda insiste) em normas de comportamento extremamente rígidas - determinando assim beleza e fino trato. As ações de Henry Higgins em relação a Eliza Doolittle podem ser inicialmente descritas como democratizantes, mas vale lembrar que a mesma só é considerada digna de admiração, amor, quando se torna o protótipo do que o personagem, e assim a sociedade, consideravam ideal. Enquanto a obra original carregava o peso ético de criador-e-criatura, não se vê tal análise profundamente explorada na obra de Shaw. Seu peso termina sendo mesmo a estética de uma picada de agulha. Recomendo aos que gostam romances-com-final-feliz.

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