Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições2
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas2
    • Leitores103
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    The Call of Cthulhu and other Weird Stories (Classics) -

    S.T. Joshi

    Penguin Books
    2011
    448 páginas
    14h 56m
    ISBN-13: 9780143106487
    4.5
    41 avaliações
    Leram59Lendo10Querem29Relendo0Abandonos5Resenhas2
    Favoritos7Desejados29Avaliaram41

    Frequently imitated and widely influential, Howard Philips Lovecraft reinvented the horror genre in the 1920s, discarding ghosts and witches and instead envisioning mankind as a tiny outpost of dwindling sanity in a chaotic and malevolent universe. S. T. Joshi, Lovecraft's preeminent interpreter, presents a selection of the master's fiction, from the early tales of nightmares and madness such as "The Outsider" to the overpowering cosmic terror of "The Call of Cthulhu." More than just a collection of terrifying tales, this volume reveals the development of Lovecraft's mesmerizing narrative style and establishes him as a canonical- and visionary-American writer.

    Edições (2)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    Resenhas (2)Ver mais
    Berttoni Licarião picture
    Berttoni Licarião03/11/2020Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    The Call of Cthulhu and other weird stories [2011] HP Lovecraft (EUA) Penguin, 2011, 420p. 📖 Estou morando (temporariamente) na cidade onde nasceu e morreu Lovecraft [1890-1937], Providence, e tendo encontrado uma coletânea na casa para onde mudei em abril, pus-me a ler e reler alguns contos na expectativa romântico-ridícula de achar que clima, ruas, casas ou o silêncio cheio de ventos do lugar fizessem alguma diferença. (Não fizeram, claro). Lovecraft é considerado o grande “mestre” da literatura de terror do séc. XX, havendo cunhado um novo gênero fartamente representado nesta seleção, o horror cósmico: em suas histórias, personagens encontram criaturas, paisagens e dimensões impossíveis de serem explicadas dentro da lógica humana e, via de regra, acabam loucos, desaparecidos ou insalubremente cientes da própria insignificância diante do universo. 📖 Lançada em 2011, a presente edição peca, no entanto, por optar não tocar na “ferida” de Lovecraft. Nem o prefácio, nem os contos escolhidos, nem as muitas notas explicativas mencionam o racismo, a homofobia ou o anti-semitismo do autor (mais presentes em suas cartas, é verdade, mas ainda detectável na ficção). A omissão, infelizmente, não surpreende: tanto fortuna crítica quanto leitores ainda não aprenderam a lidar com aquele conflito moral-estético entre bom-autor & mau-ser-humano. Via de regra, as opções são extremas: 1) negligenciar os “indícios” de preconceito sob alegação de que uma “falha de caráter” não pode invalidar a importância da obra literária; ou 2) dar entrada no processo de cancelamento da pessoa sob escrutínio e promover linchamento virtual de quem quer que defenda sua obra. 📖 Ambas as opções pouco satisfazem porque uma e outra promovem formas de apagamento, seja do problema na obra ou do autor problemático (ignorar um escritor homofóbico não contribui para o fim da homofobia; apontar e condenar a homofobia cada vez que sua obra ou seu nome vierem à tona, talvez sim). É um trabalho chato? É — mas acredite, muito mais "chato" é ter a cor da sua pele associada a uma "raça inferior", ou sua orientação sexual taxada de abominação. É preciso, portanto, que leitores não separem fruição de ética e que a crítica trabalhe sem fazer vistas grossas (nesses casos, os partidários da "literatura pela literatura" são os primeiros a defendê-la dizendo que o texto é fruto de seu tempo). Paralelo ao trabalho não-cínico de críticos e leitores, a produção cultural deve revisitá-lo no sentido mais profundo e desejável do que uma adaptação deve ser: alterando e subvertendo a obra original e atenta às demandas do presente, ou seja, trazendo, por ex., o protagonismo negro ou LGBTQI e corrigindo aquelas "falhas de caráter" que são, na realidade, o verdadeiro terror cósmico deste mundo. . 📖 . O que não é possível, ou aceitável, é insistir numa apreciação inconsequente ou, pior, na pura celebração do escritor. Imaginem vocês, em 2011 a escritora estadunidense/nigeriana Nnedi Okorafor recebeu o World Fantasy Award de melhor romance. O troféu? Um busto de Lovecraft. Após a premiação, Okorafor (mulher negra) declarou: "Uma estatueta desse homem racista encontra-se em minha casa. Uma estatueta desse homem racista é uma das maiores honrarias que recebi como escritora". (O troféu foi modificado desde 2016 e agora representa uma árvore retorcida sob o luar). Como disse Hannah Gadsby, hindsight is a gift (olhar para trás é um dom), não deveríamos desperdiçá-lo. Seja você do time que não consegue mais ler ou apreciar obras de artistas misóginos, racistas e/ou lgbtqifóbicos, seja você adepto de uma leitura crítica sem espaço para desculpas como "naquela-época-as-pessoas-eram-assim-mesmo", o que importa é manter-se atento a discursos e práticas que pretendem justificar arte sem ética, literatura sem mundo, leitura sem responsabilidade.

    4 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.5 / 41
    • 5 estrelas59%
    • 4 estrelas34%
    • 3 estrelas7%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Sunand Tryambak Joshi profile picture

    Sunand Tryambak Joshi

    Sunand Tryambak Joshi (nascido em 22 de junho de 1958) é um escritor, músico, crítico e acadêmico premiado cujo trabalho se concentrou amplamente em weird e fantastic fiction, especialmente a vida e a obra de H.P. Lovecraft e escritores associados. Joshi é um estudioso e editor de longa data da H.P. Lovecraft e restaurou os textos de Lovecraft para a Arkham House. Ele publicou uma longa biografia de H.P. Lovecraft, "I Am Providence: The Life and Times of H.P. Lovecraft". Além disso, Joshi foi um editor prolífico de obras weird fiction de vários autores e um historiador da área através de um número de volumes. Ele também escreveu extensivamente sobre ateísmo e racionalismo, bem como formas de preconceito, incluindo sexismo e racismo. Joshi mora com sua esposa, Mary Krawczak Wilson, em Seattle, Washington. A autobiografia de Joshi, "What Is Anything ?: A Life in Lovecraft" foi publicada em 2019.

    22 Livros
    2 Seguidores
    Maharashtra, Índia

    Sunand Tryambak Joshi