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    And the Mountains Echoed -

    Khaled Hosseini

    Riverhead Books
    2013
    416 páginas
    13h 52m
    ISBN-13: 9781594631764
    4.2
    51 avaliações
    Leram60Lendo8Querem53Relendo0Abandonos3Resenhas3
    Favoritos6Desejados53Avaliaram51

    An unforgettable novel about finding a lost piece of yourself in someone else. Khaled Hosseini, the #1 New York Times–bestselling author of The Kite Runner and A Thousand Splendid Suns, has written a new novel about how we love, how we take care of one another, and how the choices we make resonate through generations. In this tale revolving around not just parents and children but brothers and sisters, cousins and caretakers, Hosseini explores the many ways in which families nurture, wound, betray, honor, and sacrifice for one another; and how often we are surprised by the actions of those closest to us, at the times that matter most. Following its characters and the ramifications of their lives and choices and loves around the globe—from Kabul to Paris to San Francisco to the Greek island of Tinos—the story expands gradually outward, becoming more emotionally complex and powerful with each turning page.

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    Amanda Marchi12/04/2015Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    And the mountains echoed

    Este é um livro que eu comprei sem nem saber sobre o que ele falava. Khaled Hosseini pode não estar no meu TOP 5 autores favoritos, mas ele com certeza entra em um TOP 10, e isso basta para eu comprar tudo o que ele publicar sem nem ler a sinopse. Mas admito que quando eu comecei a ler este livro, tive um leve estranhamento. No começo eu me senti perdida, e até cogitei abandonar (ainda bem que não fiz isso). Este livro é composto por várias histórias paralelas de personagens que estão interligados. Se eu for resumir cada história essa resenha ficará enorme, então darei um parâmetro geral da trama principal. Vivendo em uma pequena vila perto de Cabul, no Afeganistão, há uma família muito pobre e que sofre com a falta de água e comida. Temos o pai, seus filhos Abdullah e Pari, e a sua nova esposa. Um homem orgulhoso que não aceita nenhuma ajuda de seu cunhado, que trabalha para um homem rico de Cabul – e que costumava ajudar a irmã quando a mesma era solteira. Porém, com um novo filho a caminho, o homem precisa tomar uma decisão: deixar sua família morrer ou fazer um grande sacrifício que, apesar de traumático, será benéfico para todos? Assim, através dos infantis e inocentes olhos de Abdullah, vemos como seu pai vende sua irmã mais nova, Pari, ao homem rico para quem seu tio trabalha, cuja mulher não podia ter filhos. Não fiquem ‘cara, ele vendeu a própria filha?’. Sim, é horrível, mas não é melhor dá-la para um casal rico para que ela tenha um futuro do que vê-la morrer de fome junto com o resto da família? Pois é. Edição brasileira Assim começa a primeira parte de O silêncio das montanhas, com a separação de dois irmãos inseparáveis. Nas outras histórias vemos como esse determinado momento na vida dessas duas pessoas afetaram a vida de outras e delas mesmas. Não me lembro exatamente quantas partes são no livro, mas acredito que 7. Temos o ponto de vista de Abdullah logo no começo, temos o de seu tio, temos o de Pari, o de um médico grego, o da filha de Abdullah, o de um afegão que conheceu o tio, e o de um garoto (que no começo eu achei muito aleatório) – e esses são os que tenho certeza que eu me lembro. Admito que de longe o meu ‘arco’ preferido do livro foi o narrado pelo tio, Nabi. Ele é um criado que mora na casa de seu patrão, o sr. Wahdati e sua mulher, Nila. Por quase 50 anos ele viveu naquela casa, e a sua história, para mim, é extraordinária. Ele me lembrou o Hassan, personagem de O caçador de Pipas. O criado leal que fica com o patrão até o final, e que – quase – nunca se abala. Agora o porquê de eu ter estranhado não começo. Primeiro porque é daquele tipo de história que não tem introdução. Ela já começa ‘acontecendo’ e você tem que acompanhar, e através dos diálogos já entender o que se passa e já conhecer os personagens. E eu não peguei o livro e li direto várias páginas para entender isso, no começo eu li de pouquíssimas e pouquíssimas partes, pois estava sem tempo, e isso meio que ‘estragou’ o início da leitura. Este livro também é diferente dos anteriores do Khaled, porque não segue uma história linear. Há partes que começam na década de 50, de 80 e nos anos 2000, dependendo de quem está narrando. E por não seguir um personagem até o final, eu não senti tanta conecção com determinado personagem, já que sempre mudava. E o fato é que, no meio do livro, eu fiquei pensando ‘tá, mas aonde essa história vai parar?’ já que não segue a história de um personagem principal. Não vou contar, claro, mas digamos que eu fiquei feliz com o resultado! O livro, também, não segue os outros do autor no quesito história do Afeganistão. Nos anteriores vemos muito das guerras e de suas consequências, nesta elas raramente são citadas – e seus acontecimentos não influenciam muito a narrativa. E o livro se passa em vários países, o que foi bem diferente. O que eu achei muito bom, porque senão o autor ia se tornar repetitivo e meio previsível, não é? E eu devo dizer que eu adorei como o título tem tanto a ver com a história, de um jeito mais implícito. A tradução literal seria ‘E as montanhas ecoaram’, mas a usada no livro brasileiro também faz sentido, já que para haver eco, o lugar precisa estar completamente em silêncio. E as duas se conectam com a história, cada uma de seu jeito. Vemos como a separação de Abdullah e Pari ‘ecoaram’ e deram uma forma ao futuro de cada um, assim como vemos as coisas não ditas na história e como vemos as consequências desse ‘silêncio’.

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    • 5 estrelas43%
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    Khaled Hosseini profile picture

    Khaled Hosseini

    Hosseini nasceu na capital do Afeganistão, Cabul. A sua mãe era professora de uma escola de segundo grau para raparigas em Cabul. Seu pai envolveu-se com o Ministério do Exterior afegão. Em 1970, o Ministério do Exterior enviou a sua família para o Teerão, Irão (Teerã, Irã, na grafia do Brasil), onde o seu pai trabalhou para a Embaixada Afegã. Em 1973, Hosseini e sua família retornam a Cabul. Em Julho de 1973, na mesma noite em que nasce o irmão mais jovem de Hosseini, o reino do Afeganistão muda de mãos através de um golpe sem derramamento de sangue. Em 1976, Khaled Hosseini e sua família se mudam para Paris, França, por conta do novo emprego do seu pai. Eles não voltam ao Afeganistão porque, enquanto estavam em Paris, comunistas tomaram o poder do país por meio de um golpe cruel. Deste modo, foi consentido à família Hosseini, asilo político, nos EUA, onde passaram a residir em San Jose, Califórnia. As suas propriedades foram todas deixadas no Afeganistão e eles foram forçados a sobreviver com ajuda governamental por um curto período. Hosseini formou-se na escola secundária em 1984 e inscreveu-se na Universidade de Santa Clara, onde ganhou título de Bacharel em Biologia, em 1988. Após alguns anos, ele ingressou na Universidade da Califórnia, San Diego, escola de Medicina, onde recebeu o título de Doutor em Medicina em 1993. Ele completou o período de residência em Medicina Interna na Cedars-Sinai Medical Center, em Los Angeles, no ano de 1996. Khaled Hosseini continua praticando medicina. Khaled Hosseini é casado com Roya Hosseini (sobrenome de casada), e tem dois filhos, Haris e Farah, a quem considera a noor de seus olhos.

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    Cabul, Afeganistão

    Khaled Hosseini