Comecei a sofridão com "Eita livrinho englostorado. Ô escrevimento mediocrósticalistôfabo. Estava guardado na fila. Prá quê eu fui começar?". Por causa de causos como "O causo do gigante Adamastor! Esse livrinho só vai e só foi em pequenas doses!". Na dôr do momento, penso que "Tem hora que isso mais parece papo de bêudebo, sem zoio e sem zorêia. A autora bem que mereceu ouvir marimbondos de fogo da boca do autor!". Ouvir Marimbondos de Fogo da boca do próprio autor: nesta eu me parabenizo a mim mesmo, porque essa foi a mais demais (bemais, cemais também)! "Como é difícil ler essa mulher, que deve ser prima irmã da concunhada da esfinge! Ou não, nessa vida ou nalguma outra encarnação!". E entonces eu asculto: Quem é essa croactante causticante criatura, que mais parece uma lixadeira rotacionando nas onze dimensões do éter, a desbastar a língua, o dicionário, os desafetos desafiantes, nas funduras e proeminências? Asculto ao cerrar do volume um rol de sucessos, mais com cara de boquinhas amealhadas no puro talento bem ligeiro, ou seria um parêntese dos tombos quela caiu a posteriori dos goles quela ingeriu? Nem vagamente perscruto, posto que estulto e subculto, uma pindóia do que até pode ser pura jóia, aquilo que o papel acabou aceitando. Um volume num sebo abandonado, inda que de próprio punho prela autografado, desde Miami, Flórida, USA, mas nunca aberto, nem jamais lido por certo! E por TOC me atribuí a pena de leer e leer! Que sofridão, meu desavidado leitor - melhor comer pimenta, pois essa dona, quem é que aguenta? Nem as carpas a entendem, o sentido escorregou pelas escarpas, foi famosa de fogo fátuo, me levou a negrasteias penumbrentas de fazer bode alpinista tropicar na barbicha. Que nojo. Que D'us a tenha na sua enorme compaixão.