Berlin Alexanderplatz - Berlim Alexanderplatz

    Alfred Döblin

    Deutscher Taschenbuch Verlag GmbH & Co.
    1996
    464 páginas
    15h 28m
    ISBN-13: 9783423002950

    »Biberkopf hat geschworen, er will anständig sein, und ihr habt gesehen, wie er wochenlang anständig ist, aber das war gewissermaßen nur eine Gnadenfrist. Das Leben findet das auf die Dauer zu fein und stellt ihm hinterlistig ein Bein.« Die Geschichte des Transportarbeiters Franz Biberkopf, der, aus der Strafanstalt Berlin-Tegel entlassen, als ehrlicher Mann ins Leben zurückfinden möchte, ist der erste deutsche Großstadtroman von literarischem Rang. Das Berlin der Zwanziger Jahre ist der Schauplatz des Geschehens. Dabei wird die Großstadt selbst zum Gegenspieler des gutmütig-jähzornigen Franz Biberkopf, der dieser verlockenden, aber auch unerbittlichen Welt zu trotzen versucht. Mit Berlin Alexanderplatz vollzog Döblin die radikale Abkehr vom bürgerlich psychologischen Roman. Hier wurde kein Einzelschicksal analysiert. Das kollektive Geschehen, das Allgemeine einer menschlichen Situation erfuhr hier eine gültige dichterische Gestaltung. Der Roman zählt zu den großen Epen unserer Zeit. Ben Becker liest aus »Berlin Alexanderplatz«: Termine und Tickets >>

    Edições (7)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover

    Similares (5)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    Resenhas (10)Ver mais
    Thiago Varjão picture
    Thiago Varjão28/05/2016Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    1928, a serpente põe seus ovos em surdina que, em breve, choca o dragão da humanidade, renascer, florescer e destruir-se em uma Nova Era, um cidadão comum que sai da cadeia após quatro anos... Berlim: desempregados, inflação, fome, um levante de miseráveis, classe operária desestruturada; marxistas, nazistas, judeus, prostitutas, homossexuais, bêbados e viciados são um só espírito, uma só nação-mãe com sete cabeças e dez chifres da puta-mor Babilônia, onde existe uma ceifeira que se chama morte, e nesse cenário se percorre a cidade ao lado de Franz Biberkopf ex-operário, cafetão, ladrão, receptador, ex-entregador de jornais da frente nacional socialista dos trabalhadores alemães (mais tarde seria chamado de Partido Nazista) e assassino... um homem fascinante, inocente e decente até a última gota de sangue... um passeio pela decadência alemã abraçada com a marginalidade das ruas esfaimadas, do romantismo no espancamento da mulher sedenta em amor, da violência traiçoeira por todos os lados, da ingenuidade infantil, da redenção, sem arrependimentos em mundo onde todos são feras, do broto podre que exala um estado de sítio, num misto onde carne e sangue se enlaçam no mais puro e vibrante amor... o braço forte que se ergue com o martelo a bramir na fronte dos cordeiros, “nu saí do ventre da minha mãe, e nu tornarei para lá. Deus me deu, e Deus tirou; bendito seja o nome do Senhor”, amém, Jó moderno Biberkopf, entre a espada de Deus e o machado do Satanás... Berlin Alexanderplatz onde o homem vive à margem da vida, uma obra-prima, certamente está no panteão dos 30 melhores livros que já li na vida...

    9 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.3 / 117
    • 5 estrelas47%
    • 4 estrelas37%
    • 3 estrelas14%
    • 2 estrelas2%
    • 1 estrelas1%