Eat, Pray, Love - One woman's search for everything across Italy, India and Indonesia

    Elizabeth Gilbert

    Bloomsbury
    2007
    368 páginas
    12h 16m
    ISBN-13: 9780747589358

    It's 3 a.m. and Elizabeth Gilbert is sobbing on the bathroom floor. She's in her thirties, she has a husband, a house, they're trying for a baby - and she doesn't want any of it. A divorce and a turbulent love affair later, she emerges battered and bewildered and realises it is time to pursue her own journey in search of three things she has been missing: pleasure, devotion and balance. So she travels to Rome, where she learns Italian from handsome, brown-eyed identical twins and gains twenty-five pounds; an ashram in India, where she finds that enlightenment entails getting up in the middle of the night to scrub the temple floor; and Bali where a toothless medicine man of indeterminate age offers her a new path to peace: simply sit still and smile. And slowly happiness begins to creep up on her.

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    Nathaly Brenner09/05/2010Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Eu recebi um exemplar desse livro na versão em inglês lançada pela Penguim Books diretamente das mãos da minha professora de inglês, a Renata, que tinha falado muito bem da história. Demorei mais tempo para ler porque apesar de entender a maior parte das frases, é um processo diferente no cérebro – olha eu dando uma de cientista – ler em outra língua que não seja a sua nativa. Nada disso foi empecilho durante minha jornada com Elizabeth Gilbert. O livro conta a história da própria autora, que depois de passar por um divórcio e uma pesada depressão, decide viajar em busca do prazer – na Itália, com aquela gastronomia de causar água na boca, de devoção – meditando em um retiro na Índia e do equilíbrio entre os dois – passando um tempo em Bali, na Indonésia. A narrativa em primeira pessoa é cheia de sinceridade, explicações do contexto ou curiosidades sobre cada local ou situação que a autora passou dá um toque muito divertido. Durante a leitura, me peguei muitas vezes com vontade de parar para anotar uma frase ou parágrafo, de tão bem escritos e pelas mensagens que traziam. A jornada de Elizabeth não é apenas uma busca por paz, pelo retorno aos eixos depois de um período de crise, é uma lição de que aquilo que pode parecer um grande clichê é a mais pura verdade: primeiro a gente tem que se aceitar, gostar de nós como somos e conviver com nossos erros e acertos com tranqüilidade, antes de querer se aventurar aceitando, gostando e convivendo com outras pessoas. Mais resenhas em: http://diversaosemculpa.blogspot.com

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