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    Diário de um Construtor do Templo (Trilogia do Templo #1) - O Diario De Um Construtor Do Templo

    Zé Rodrix

    Record
    1999
    446 páginas
    14h 52m
    ISBN-10: 850105576X
    Português Brasileiro
    4.6
    153 avaliações
    Leram251Lendo35Querem202Relendo1Abandonos8Resenhas11
    Favoritos26Desejados202Avaliaram153

    Diário de um construtor do templo conta uma história de aventura, na costa leste do Mediterrâneo, de um personagem fascinante, Joab, um jovem fenício. Ameaçado por uma trama sinistra, o jovem descobre que só existe uma fuga: ocultar-se em meio aos operários ( hebreus, egípcios e fenícios ( que erguem o Templo de Yahweh, em Jerusalém. É neste lugar que ele toma conhecimento da existência de uma sociedade secreta, que une todos os envolvidos na construção: desde o mais humilde dos escravos canaanitas até o próprio rei Salomão. Esta experiência, a descoberta do segredo da Pedra, o conduz a uma viagem interior, à percepção de um sentido para sua vida.

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    Marcelo Vagner picture
    Marcelo Vagner26/03/2009Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Espetacular

    Grandioso livro, muito mágico ! Impecável a saga de Joab e Johaben em sua descoberta. Escrito com as sutilezas e riquezas que o Tema merece não sobra muito além de elogios. Surpreendente quanto às viradas que a Estória segue não podendo em momento algum ser previsto leva a pensar em cada linha sobre quem somos, o que fazemos e pra onde iremos. Com o início dos trabalhos de construção do Templo e as descobertas do seu eu interior por Johaben é possível entender um pouco mais da natureza humana, dos vícios e como ele aos poucos vai conseguindo se tornar uma pessoa melhor. Em nenhum outro livro ví a Fraternidade ser explicada de uma forma tão precisa quanto neste, ali o dia-a-dia dos irmãos da pedra é representado pelo Magnífico Iram Habiff, um homem carismático e tão sábio quanto o Rei Salomão. Seu final já conhecido só serviu para explicar os fatos presentes e porque as coisas são como são hoje em dia. Enfim, um livro como disse o autor, pra ser lido em vários momentos da vida e alí encontrar um detalhe ou uma lição que ficou pra trás.

    4 curtidas

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    4.6 / 153
    • 5 estrelas67%
    • 4 estrelas22%
    • 3 estrelas8%
    • 2 estrelas2%
    • 1 estrelas0%
    José Rodrigues Trindade  profile picture

    José Rodrigues Trindade

    Ainda sob o nome Zé Rodrigues, iniciou sua carreira musical no ensino médio, integrando, com colegas do Colégio de Aplicação da UFRJ David Tygel, Maurício Maestro (sob o nome Maurício Mendonça) e Ricardo Villas (sob o nome Ricardo Sá), o grupo vocal Momentoquatro. Com esta formação, o grupo acompanhou Marília Medalha, Edu Lobo e o Quarteto Novo na apresentação de "Ponteio", vencedor do Festival da Record em 1967, além de ter gravado um compacto duplo e um LP pela gravadora Phillips. Estudou no Conservatório Brasileiro de Música, desenvolvendo a característica da multi-instrumentalidade: tocava piano, violão, acordeão, flauta, bateria, saxofone e trompete. Na década de 1970, participou da banda Som Imaginário, banda criada para acompanhar Milton Nascimento. Desligando-se da banda em 1971, venceu o Festival da Canção de Juiz de Fora, junto a Tavito, com a canção "Casa no campo", uma de suas composições mais famosas, que se tornaria um grande sucesso na voz de Elis Regina, e cujo trecho da letra ("compor rocks rurais") batizou o estilo de música conhecido como rock rural, com influências regionalistas, tropicalistas, folk, country e rock, tocada pelo trio do qual faria parte logo em seguida, com Luiz Carlos Sá e Guttemberg Guarabyra (Sá, Rodrix e Guarabyra). Nessa época, compôs músicas como "Mestre Jonas" (em parceria com Sá e Guarabyra), "Ama teu vizinho" (com Luiz Carlos Sá), "Blue Riviera" (com Sá e Guarabyra), "O pó da estrada" (com Sá e Guarabyra), "Os anos 1960", "Pendurado no vapor" (com Sá e Guarabyra), "Primeira canção da Estrada" (com Luiz Carlos Sá), dentre várias outras", além de um famoso jingle criado pelo trio, por encomenda da J. W. Thompson, para a Pepsi, notabilizado pelo verso: "só tem amor quem tem amor pra dar". Zé Rodrix saiu do trio em 1973, para seguir em carreira solo e participações especiais em gravações de artistas diversos, como o disco de estreia do Secos & Molhados, no qual toca piano, ocarina e sintetizador na última faixa, chamada "Fala". Rodrix dedilhava seu teclado moog após a orquestra e os outros instrumentos cessarem, técnica que só pode ser ouvida nos CDs relançados do grupo já na década de 1990, pois no vinil original esta música continha 15 minutos a menos.[2] Passou a se dedicar mais na área de publicidade que musical na década de 1980, mas em 1983, o músico passou a integrar o grupo Joelho de Porco, com o qual gravou o LP e participou do Festival dos Festivais em 1985, ganhando o prêmio de melhor letra pela música "A Última Voz do Brasil". Entre 1989 e 1996 assinou a direção musical dos espetáculos "Não fuja da Raia" e "Nas Raias da loucura", de Sílvio de Abreu, e do programa "Não fuja da Raia" (Rede Globo), estrelado por Cláudia Raia. Em 1993 foi contemplado com o prêmio Kikito, no Festival de Cinema de Brasília, pela trilha sonora do filme "Batman e Robin". Em 2001 reuniu-se novamente a Sá e Guarabyra, tendo seu show de estreia ocorrido no Rock in Rio III. Logo após o lançamento de Outra Vez Na Estrada, com o trio, em 2001, Zé Rodrix conheceu o Clube Caiubi de Compositores, em São Paulo, e passou a desenvolver parcerias com novos autores da música brasileira, entre eles Sonekka e Reynaldo Bessa. Em dezembro de 2008, Zé Rodrix lança um single ao lado de Sá e Guarabyra, chamado Amanhece um outro dia. A canção foi tema de abertura da novela Revelação, exibida pelo SBT. Para promover a novela, o trio chegou a se apresentar ao vivo no programa Hebe. Zé Rodrix morreu às 00:45 do dia 22 de maio de 2009, após sentir-se mal e ser levado ao Hospital das Clínicas, em São Paulo, cidade onde residia. No início da década de 2000 revelou que era maçom, chegando a lançar a trilogia denominada Trilogia do Templo, sobre a maçonaria. A trilogia é composta dos títulos: Johaben: Diário de um Construtor do Templo, Zorobabel: reconstruindo o templo e Esquin de Floyrac: O fim do Templo. Sobre a trilogia, o escritor Luis Eduardo Matta afirmou no prefácio do terceiro volume: "Nunca, em toda a trajetória literária brasileira, um escritor se aventurou com tamanha obstinação por uma saga épica monumental como é o caso desta trilogia, que se debruça sobre os primórdios da maçonaria, uma das fraternidades iniciáticas mais antigas do mundo, mesclando erudição e fluência, onde realidade e ficção se confundem num incrível mosaico narrativo". Ainda de acordo com Matta, a Trilogia do Templo foi uma das mais fantásticas obras literárias produzidas no Brasil na primeira década do século XX

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    Rio de Janeiro, Brasil

    José Rodrigues Trindade