A história do Brasil contada de forma deliciosa! Pedro Karaí Raposo é um mestiço meio índio, meio português, que foge de sua terra, a Vila de [Minas do] Rio de Contas, na Bahia, para escapar do massacre do seu povo, os Mongoyós. Sem destino definido, o menino se embrenha pelo Sertão levando consigo apenas alguns livros herdados de seu mestre jesuíta que o havia alfabetizado. Ele viaja de norte ao sul do Brasil acompanhando sua história pela porta da cozinha da casa-grande e dos palácios. Pedro tem um sonho: descobrir os sabores do mundo e se tornar um exímio cozinheiro, e acaba sendo agente das transformações do Brasil, que são arquitetadas nas mesas dos grandes senhores e comentadas nas cozinhas e alcovas. O Cozinheiro do Rei (Edição Póstuma) relata a história verossímil do Brasil Colônia, na virada do século XVIII para o século XIX, entre 1773 e 1823, sob um ângulo diferente, realista e verdadeiro, com todos os tons, aromas e sabores deste país gigante e desconhecido. Trata-se de uma herança preciosa a todos os brasileiros, um trabalho inédito de Z. Rodrix, um gênio do meio artístico e literário de nosso país. Uma obra para ser degustada com muito prazer! [Sobre o Autor]: Z. Rodrix nasceu no Rio de Janeiro em 1947, começando a estudar música aos 6 anos de idade, primeiro com o pai e depois no Conservatório Musical do Rio de Janeiro e na Escola Nacional de Música. Participou do MOMENTO QUATRO, quarteto vocal que venceu o Festival da Record de 1967; do SOM IMAGINÁRIO, que estreou na Sexta-Feira da Paixão de 1970 com Milton Nascimento no Teatro Opinião; e do Trio Sá, Rodrix e Guarabyra, fundando o que hoje é conhecido como rock rural. Fez trilhas para cinema, teatro e novelas de televisão. Com Tico Terpins fundou a VOZ DO BRASIL, especializada em criação de fonogramas publicitários, sendo um dos mais premiados profissionais dessa área. Criou trilhas sonoras, jingles e assinaturas para os mais destacados anunciantes e produtos. Fez também composições e produções para a nova formação do legendário JOELHO DE PORCO. Em 2003, por meio de uma lista de Internet chamada M-Música, da qual participou ativamente, conheceu os compositores do Clube Caiubi, movimento musical do qual se tornou curador e diretor musical. Lançou seu primeiro livro, Johaben: Diário de um Construtor do Templo, em 1999, já em 10ª edição e que recebeu o PRÊMIO LIMA BARRETO da União Brasileira de Escritores. Lançou o segundo volume da “Trilogia do Templo”, intitulado Zorobabel: Reconstruindo o Templo, em 2005. Nesse meio tempo, traduziu o best-seller de Christopher Knight e Robert Lomas A Chave de Hiram. Lançou o terceiro volume da Trilogia, intitulado Esquin de Floyrac – O Fim do Templo, em 2007. Estudioso da Qabbalah, ingressou na Maçonaria em 1991 e foi ativo palestrante e conferencista sobre Maçonaria, Religiões Comparadas, Metafísica, Publicidade, Gastronomia e Criatividade na Arte e na Música. Seus hobbies eram os livros e a cozinha, sendo possuidor de uma grande biblioteca. Tem seis filhos e duas netas, e tinha apenas uma decisão definitiva: não morrer de jeito nenhum... Z. Rodrix era antes e acima de tudo um criador. De música, textos, receitas e da vida.







