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    Marina -

    Zafón

    Weidenfeld & Nicolson
    2013
    304 páginas
    10h 8m
    ISBN-13: 9780297856474
    4.3
    16512 avaliações
    Leram24734Lendo672Querem8757Relendo36Abandonos343Resenhas1345
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    The novel Carlos Ruiz Zafón wrote just before THE SHADOW OF THE WIND. 'Fifteen years on, the remembrance of that day has returned to me. I have seen that boy wandering through the mist of the railway station, and the name of Marina has flared up again like a fresh wound. We all have a secret buried under lock and key in the attic of our soul. This is mine...' In May 1980, 15-year-old Oscar Drai suddenly vanishes from his boarding school in the old quarter of Barcelona. For seven days and nights no one knows his whereabouts... His story begins in the heart of old Barcelona, when he meets Marina and her father German Blau, a portrait painter. Marina takes Oscar to a cemetery to watch a macabre ritual that occurs on the fourth Sunday of each month. At 10 a.m. precisely a coach pulled by black horses appears. From it descends a woman dressed in black, her face shrouded, wearing gloves, holding a single rose. She walks over to a gravestone that bears no name, only the mysterious emblem of a black butterfly with open wings. When Oscar and Marina decide to follow her they begin a journey that will take them to the heights of a forgotten, post-war Barcelona, a world of aristocrats and actresses, inventors and tycoons; and a dark secret that lies waiting in the mysterious labyrinth beneath the city streets. EDIÇÃO EM CAPA DURA

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    Resenhas (1345)Ver mais
    Joseilton de Lima Correia picture
    Joseilton de Lima Correia19/10/2011Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Um homem tentando ser Deus.

    The how I can't recall But I'm staring at what once was the wall Separating east and west Now they meet amidst the broad daylight... [] It's hard I must confess I'm banking on the rest to clear away Cause we have spoken everything Everything short of I love... The Fray Hundred A vida é o dom mais difícil de ser manuseado pelas mãos do homem. Viver é uma tarefa difícil onde muitos desistem cedo, alguns a encaram como uma prisão, e vários outros fazem dela um laboratório para as mais diversas experiências, sem se preocupar com conseqüências e punições. Mas, são poucos os que fazem da vida um momento de encantamento, e ainda menos são os que vagueiam por uma vida sem sentido e encontram um momento de epifania capaz de transformar sua existência de um modo cabalístico e sem retorno. Oscar Drái foi um dos pouquíssimos felizardos que encontrou a sua epifania, e ela veio transformada numa figura que entraria em sua vida de uma forma avassaladora e eterna. Oscar encontrou-se com Marina. Marina é a personagem feminina mais singela dos livros de Zafón. Talvez seja por isso, que ao decorrer da (infelizmente) curta narrativa, nos apaixonamos por essa garota tão loucamente como Oscar fez. Marina representa para Oscar uma chance de colorir a vida de uma forma modigliana, uma possibilidade de dar a sua vida algo que ele nunca viu, algo que pudesse se opor as sombras lançadas em vida miserável, por uma vida metódica e sem brilho, por uma sociedade inescrupulosa e por uma Barcelona gótica, que mais uma vez é perfeitamente descrita por Zafón. Mantendo a tradição de seus livros, Zafón cria um mistério principal que deve ser elucidado em sua narrativa. O segredo perdido que remonta a vida de Mijail Kolvenik é sem sombra de dúvidas o mais macabro dos livros de Zafón. A tensão e o perigo de morte que rodam Oscar e Marina deixam o livro ainda mais interessante, e a cada resposta encontrada, o mistério vai ganhando contornos sobrenaturais. É possível ir tentando montar o quebra cabeça, mas é praticamente impossível conseguir desvendar todos os segredos e todas as intenções que permeiam o livro, sem a explicação que nos é transmitida pela própria narrativa. E no momento em que as histórias se cruzam e os segredos são finalmente revelados, os questionamentos que pairam sobre a nossa cabeça são longos e pesados. As motivações de Zafón na tentativa de explicar o conceito de morte são de uma beleza estonteante e poucas vezes vista em qualquer que seja o gênero. A beleza gótica que paira nos capítulos finais do livro, nos transporta para um limbo onde retomamos a pergunta sobre o que é realmente a vida, e as promessas e possibilidades elencadas pelo livro dão o toque final que o livro precisa para ser perfeito e apaixonante. Assim, Zafón constrói mais um livro espetacular, que mostra o porquê de sua ascensão como escritor e a causa de seu sucesso, e que não deixa nada a desejar se comparado com as suas obras mais famosas, e não menos perfeitas.

    136 curtidas

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    4.3 / 16512
    • 5 estrelas48%
    • 4 estrelas33%
    • 3 estrelas15%
    • 2 estrelas3%
    • 1 estrelas1%
    Carlos Ruiz Zafón profile picture

    Carlos Ruiz Zafón

    Carlos Ruiz Zafón é um dos autores mais lidos e conhecidos em todo o mundo. Iniciou sua carreira literária em 1993 com O Príncipe da Névoa (Prêmio Edebé), seguido por “O palácio da meia-noite”, “As luzes de Setembro (reunidos em volume único chamado A Trilogia da Névoa) e Marina. Em 2001 publicou seu primeiro romance para adultos, A sombra do vento, que não demorou a se transformar em verdadeiro fenômeno literário internacional. Com O jogo do Anjo (2008), retorna ao universo do Cemitério dos Livros Esquecidos. Suas obras já foram traduzidas para mais de quarenta línguas e já conquistou inúmeros prêmios, além de milhões de leitores ao redor do mundo.

    66 Livros
    3.614 Seguidores
    Catalunha, Espanha

    Carlos Ruiz Zafón