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    Doña Bárbara -

    Rómulo Gallegos

    Siruela
    2010
    376 páginas
    12h 32m
    ISBN-13: 9788498414554
    Espanhol
    4.1
    259 avaliações
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    Favoritos0Desejados730Avaliaram259

    Hay novelas que, a pesar del paso del tiempo, no pierden su vigencia, historias que resultan inolvidables porque, a fin de cuentas, nos hablan del ser humano, de sus avatares, sus deseos, de su grandeza y también de sus miserias. A esta estirpe literaria pertenece Doña Bárbara (1929-1930), obra maestra de la narrativa hispanoamericana, retrato en el que, más allá de maniqueísmos, tienen cabida todos los matices de una vida. Doña Bárbara, la protagonista, es espejo del llano venezolano, es rica y poderosa, bella y hostil. Es una heroína rencorosa, imprevisible y caprichosa. Es una mujer independiente llena de vicios y pasiones, una fuerza ciega de la naturaleza que, a su paso, es capaz de dañar a su hija y al hombre que busca seducir.

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    Max Ronald picture
    Max Ronald20/07/2024Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Llanura...

    Na condição de maior clássico da literatura venezuelana, iniciei sua leitura. Meu conhecimento superficial acerca do país, foi surpreendido pela beleza da narrativa sobre a Llanura, algo como o grande sertão de Guimarães Rosa. Lá encontrei as paisagens monumentais a vastidão da terra selvagem, refreada pela ferocidade dos brutos de alma e liberta pela brandura dos justos. Há, em especial, uma  passagem encantadora sobre um encontro de diferentes, uma menina pobre e "xucra" e um homem rico e poderoso, resultando numa igualdade de sentimento, o amor, inesquecível!  Foi uma leitura bastante prazerosa, reveladora de paisagens desconhecidas, mas que encerravam nelas todos aqueles dilemas e sentimentos tão universais de um bom livro... Gostei muito! Recomendo!

    35 curtidas

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    Avaliações

    4.1 / 259
    • 5 estrelas26%
    • 4 estrelas51%
    • 3 estrelas21%
    • 2 estrelas2%
    • 1 estrelas0%
    Rómulo Gallegos Freire profile picture

    Rómulo Gallegos Freire

    De raízes familiares humildes, Rómulo era filho de Rómulo Gallegos Osío e de Rita Freire Guruceaga. Estudou Direito na Universidade Central de Venezuela, mas não concluiu o curso. Em 1909 fundou a revista La Alborada, onde se publicavam ensaios de cariz literário e político. Em 1912 casou com Teotiste Arocha Egui. Foi professor entre os anos de 1912 e 1930, tendo sido director de vários estabelecimentos de ensino. Em 1913 publicou uma colectânea de contos, Los aventureros. No ano de 1920 foi publicada a sua primeira novela, El último Solar , reeditada em 1930 com o título de Reinaldo Solar. Em 1929 escreve uma das suas mais destacadas obras, Doña Bárbara, na qual criticava o ditador Juan Vicente Gómez. Em virtude do conteúdo do livro decide exilar-se em Espanha, onde viveu entre 1931 e 1935. Datam deste período duas importantes novelas: Cantaclaro (1934) y Canaima (1935). Com a morte de Vincente Gómez em 1936 regressou à Venezuela. É nomeado Ministro da Educação no governo de Eleazar López Contreras. Tenta realizar reformas no sistema educativo, mas fracassa e demite-se do cargo de ministro onde esteve apenas seis meses. Rómulo Gallegos ao lado de Harry S. Truman, em cerimônia no 4 de julho de 1948. Em Julho de 1941 participa na fundação do partido Acción Democrática (Acção Democrática), um partido da área da esquerda, do qual é presidente até 1948. Em 1941 apresenta-se como candidato à presidência da República, mas perde para Isaías Medina Angarita. Em 1945 participa no golpe militar que instala Rómulo Betancourt como presidente provisório do país. É novamente candidato à Presidência da República em 1947, tendo ganho a eleição do dia 14 de dezembro. Toma posse a 15 de fevereiro de 1948, mas é destituído a 24 de novembro do mesmo ano num golpe de estado encabeçado por Carlos Delgado Chalbaud, que preparou a ditadura de Marcos Pérez Jiménez. Exila-se em Cuba e depois no México, onde viveu até 1958, ano em que regressou ao seu país natal. Em 1965 foi instituído em sua memória o Prémio Internacional de Novela Rómulo Gallegos, com o objectivo de estimular a criação literária em língua castelhana. Em 1972 foi criado o Centro de Estudos Latinoamericanos Rómulo Gallegos (CELARG) sediado em Caracas. O seu nome foi dado em 1977 a uma universidade situada em San Juan de Los Morros, capital do estado de Guárico, na Venezuela.

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