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    Doña Bárbara -

    Rómulo Gallegos

    ESPASA CALPE ESP
    1995
    416 páginas
    13h 52m
    ISBN-10: 8423919765
    Espanhol
    4.1
    259 avaliações
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    Doña Barbara, novela que supuso a Rómulo Gallegos (1884-1969) la gloria literaria y la definitiva proyección política, constituye uno de los mejores exponentes del mundinovismo. Los escritores que, entre 1920 y 1940, se sitúan en esta línea, abandonan en la narrativa los temas universales del modernismo y aspiran a crear una literatura de fuerte sabor americano. Aquí, sobre el escenario del llano venezolano, que Rómulo Gallegos pinta con plasticidad magistral, se desarrolla el viejo conflicto entre civilización y barbarie, encarnados, respectivamente, por Santos Luzardo y Doña Bárbara. Más allá de la función de tipología simbólica que uno y otra respresentan, nos encontramos con dos seres de carne y hueso cuyas tensiones ideológicas se resuelven en el contrapunto de una historia de amor.

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    Max Ronald picture
    Max Ronald20/07/2024Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Llanura...

    Na condição de maior clássico da literatura venezuelana, iniciei sua leitura. Meu conhecimento superficial acerca do país, foi surpreendido pela beleza da narrativa sobre a Llanura, algo como o grande sertão de Guimarães Rosa. Lá encontrei as paisagens monumentais a vastidão da terra selvagem, refreada pela ferocidade dos brutos de alma e liberta pela brandura dos justos. Há, em especial, uma  passagem encantadora sobre um encontro de diferentes, uma menina pobre e "xucra" e um homem rico e poderoso, resultando numa igualdade de sentimento, o amor, inesquecível!  Foi uma leitura bastante prazerosa, reveladora de paisagens desconhecidas, mas que encerravam nelas todos aqueles dilemas e sentimentos tão universais de um bom livro... Gostei muito! Recomendo!

    35 curtidas

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    4.1 / 259
    • 5 estrelas26%
    • 4 estrelas51%
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    • 2 estrelas2%
    • 1 estrelas0%
    Rómulo Gallegos Freire profile picture

    Rómulo Gallegos Freire

    De raízes familiares humildes, Rómulo era filho de Rómulo Gallegos Osío e de Rita Freire Guruceaga. Estudou Direito na Universidade Central de Venezuela, mas não concluiu o curso. Em 1909 fundou a revista La Alborada, onde se publicavam ensaios de cariz literário e político. Em 1912 casou com Teotiste Arocha Egui. Foi professor entre os anos de 1912 e 1930, tendo sido director de vários estabelecimentos de ensino. Em 1913 publicou uma colectânea de contos, Los aventureros. No ano de 1920 foi publicada a sua primeira novela, El último Solar , reeditada em 1930 com o título de Reinaldo Solar. Em 1929 escreve uma das suas mais destacadas obras, Doña Bárbara, na qual criticava o ditador Juan Vicente Gómez. Em virtude do conteúdo do livro decide exilar-se em Espanha, onde viveu entre 1931 e 1935. Datam deste período duas importantes novelas: Cantaclaro (1934) y Canaima (1935). Com a morte de Vincente Gómez em 1936 regressou à Venezuela. É nomeado Ministro da Educação no governo de Eleazar López Contreras. Tenta realizar reformas no sistema educativo, mas fracassa e demite-se do cargo de ministro onde esteve apenas seis meses. Rómulo Gallegos ao lado de Harry S. Truman, em cerimônia no 4 de julho de 1948. Em Julho de 1941 participa na fundação do partido Acción Democrática (Acção Democrática), um partido da área da esquerda, do qual é presidente até 1948. Em 1941 apresenta-se como candidato à presidência da República, mas perde para Isaías Medina Angarita. Em 1945 participa no golpe militar que instala Rómulo Betancourt como presidente provisório do país. É novamente candidato à Presidência da República em 1947, tendo ganho a eleição do dia 14 de dezembro. Toma posse a 15 de fevereiro de 1948, mas é destituído a 24 de novembro do mesmo ano num golpe de estado encabeçado por Carlos Delgado Chalbaud, que preparou a ditadura de Marcos Pérez Jiménez. Exila-se em Cuba e depois no México, onde viveu até 1958, ano em que regressou ao seu país natal. Em 1965 foi instituído em sua memória o Prémio Internacional de Novela Rómulo Gallegos, com o objectivo de estimular a criação literária em língua castelhana. Em 1972 foi criado o Centro de Estudos Latinoamericanos Rómulo Gallegos (CELARG) sediado em Caracas. O seu nome foi dado em 1977 a uma universidade situada em San Juan de Los Morros, capital do estado de Guárico, na Venezuela.

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