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    Matar é Fácil e Convite para a Morte (Colecção Vampiro Gigante #17) - Obras Completas de Agatha Christie

    Agatha Christie

    [Lisboa] Livros do Brasil
    1982
    448 páginas
    14h 56m
    ISBN-10: 9723806444
    Português
    4.2
    51 avaliações
    Leram170Lendo2Querem73Relendo0Abandonos0Resenhas2
    Favoritos5Desejados73Avaliaram51

    Murder Is Easy / Ten Little Niggers de Agatha Christie '-' Matar é Fácil...desde que ninguém suspeite da identidade do assassino e este não tenha escrúpulos morais. Tal é o título de uma empolgante investigação do Superintendente Battles. Em Convite para a Morte, dez desconhecidos recebem um convite para encontrar-se numa ilha deserta onde o extermínio os aguarda. . . [Wikipédia] "Ten Little Niggers", no Reino Unido, e "And Then There Were None", nos Estados Unidos (O Caso dos Dez Negrinhos (ou) "E Não Sobrou Nenhum, no Brasil" e "Convite para a Morte" (ou) "As Dez Figuras Negras", em Portugal) é um romance policial de Agatha Christie, publicado em 1939. É o livro mais vendido de Agatha Christie, e também um dos maiores best-sellers de todos os tempos, com cerca de 100 milhões de cópias vendidas. O título do livro causou polêmica, principalmente nos Estados Unidos, por conta dos "negrinhos" no título. Por isso, no mercado norte-americano ele é conhecido como And Then There Were None ou Ten Little Indians. O livro chegou a ser publicado no Brasil nos anos 50, pela Vecchi, com o título do filme de René Clair, "O Vingador Invisível", e desde 2008, com o título de E Não Sobrou Nenhum |. . .| There’s a good reason this novel was voted as Agatha Christie fans’ all-time favorite in a recent poll: it’s ruthlessly plotted, masterful in tick-tock suspense, and claustrophobic in feel as victims are murdered, one by one..! ==== http://time.com/4029315/agatha-christie-best-novels/ https://www.theguardian.com/books/2009/sep/15/top-10-agatha-christie-novels https://largodoscorreios.wordpress.com/2013/07/31/o-estranho-caso-dos-dez-negrinhos-2/ http://listalivroscoleccaovampiro.blogspot.com.br/

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    Érika dos Anjos29/07/2009Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Ora pois, pois!

    Ler Agatha Christie é sempre um prazer para mim. E dessa vez não foi diferente, apesar da pequena 'mudança' que percebi logo no início da leitura. Na minha estante, peguei um livro duplo da Rainha do Crime, com o título É facil matar / Convite para a morte. Com uma verdadeira referência comecei a juntar as letrinhas. E qual não foi minha surpresa ao perceber que o livro é escrito em português de Portugal, apesar de estar escrito que 'A venda só pode ser feita no território dos Estados Unidos do Brasil'. Logo, um livro em português luso e antigo! Já me interessei no por fora da história. É claro que não dá para fazer uma minuciosa resenha sobre os livros de Agatha, afinal, o grande charme da autora está nos pormenores, detalhes e miudezas que constroem os surpreendentes finais dos livros. Por isso, só vou dar uma pincelada nas duas obras e depois colocar um pequeno dicionário (hilário por sinal) das diferenças entre os 'portugueses' que encontrei. É fácil matar Neste livro, Agatha não coloca nenhum dos seus detetives principais, como Poirot, Miss Marple ou Tommy e Tuppence. Quem faz as investigações é Luke Fitzwilliam, um policial recém-aposentado. Durante uma viagem de trem, uma velhota desanda a puxar assunto com ele, falando que iria ao FBI denunciar uma série de homicídios que estão acontecendo na sua aldeia, mas ele pouco lhe dá ouvidos. Porém, alguns dias depois, Luke descobre pelo jornal que a mulher, que lembrava muito sua tia, foi inexplicavelmente atropelada. Então, com seus contatos dentro da polícia, ele descobre onde ela morava e vai à aldeia ver até aonde suas suspeitas tem fundamento. Lá, ele se passa por um primo distante de uma mulher chamada Bridget Conway, que logo irá se casar com o falastrão editor do jornal local. Luke conhece também outro personagens interessantes, como o médico Thomas, a sra. Whiteflet, o coronel Horton e seus buldogues, entre outros. Sua grande dúvida é: como, em um lugar pequeno como esse, pode existir um assassino em série à solta? Além da história em si, os grandes destaques da obra são a inclusão de um romance, algo raro nos livros da autora; o preconceito e a ideia corrente na época da inferioridade feminina, o que causa boas discussões na trama; e a citação honrosa a outro grande mestre da literatura policial mundial, Sir Arthur Conan Doyle, no seguinte trecho: - Nesse caso, confessa que fez de propósito? - É óbvio, meu caro Watson - responde Luke. Convite para a morte Logo no início do livro, já fiquei meio cabreira quanto ao título. Pois, se parecia muito com um dos enredos mais conhecidos de Agatha Christie. Depois de mais algumas folhas, tive plena certeza: Convite para morte nada mais é do que o grande Caso dos dez negrinhos! Fiquei boquiaberta, mas a revelação me deu um fôlego a mais na leitura. O livro começa com o convite a oito pessoas de classes e origens bem diferentes, de alguém que eles basicamente não conhecem, para passar um tempo na Ilha do Negro. Lá, eles encontram um casal de criados, que também nunca viram o tal Sr. Owen, que manda suas instruções por escrito ou através do barqueiro. Chegando ao local, logo após as apresentações de praxe, eles são encaminhados aos seus respectivos quartos e, acima de cada uma das lareiras, está a seguinte história em um quadro: Dez negrinhos vão jantar enquanto não chove; Um deles se engasgou e então ficaram nove. Nove negrinhos sem dormir: não é biscoito! Um deles cai no sono, e então ficaram oito. Oito negrinhos vão a Devon de charrete; Um não quis mais voltar, e então ficaram sete. Sete negrinhos vão rachar lenha, mas eis Que um deles se corta, e então ficaram seis. Seis negrinhos de um cortiço fazem brinco; A um pica uma abelha, e então ficaram cinco. Cinco negrinhos no foro, a tomar os ares; Um ali foi julgado, e então ficaram dois pares. Quatro negrinhos no mar; a um tragou de vez. O arenque defumado, e então ficaram três. Três negrinhos passeando no Zoo. E depois? O urso abraçou um, e então ficaram dois. Dois negrinhos brincando ao sol, sem medo algum; Um deles se queimou, e então ficou só um. Um negrinho aqui está a sós, apenas um; Ele então se enforcou, e não ficou nenhum. Mesmo achando estranha a ornamentação, eles se reúnem para a janta e a situação começa a ficar mais do que intrigante pois, é colocada uma gravação onde as dez pessoas que se encontram na ilha, incluindo os criados, são acusadas de crimes que cometeram. A indignação é total, mas todos sabem, que há um fundo de verdade e loucura naquela história. E, naquela mesma noite, começam a cair os acusados, o primeiro deles Antony Marston. Agora resta saber se quem está fazendo isso é alguém de fora ou se um deles é o culpado!Nesta obra, fica evidente a paixão de Agtaha Christie pelo modo de vida inglês e suas nunaces. Destaques para a língua de vaca enlatada (algo que não consigo nem imaginar, quanto mais consumir) e ideia de que os médicos tudo sabem e que não é necessário ter uma especialidade, já que o médico da casa, dr. Armstrong, cuida desde envenenamento até tiro, passando por um acesso de nervos, que recebe como posologia um belo tabefe na cara de Vera Claythorne para se acalmar! Depois de todas estas páginas, achei algumas pérolas das diferenças entre o português brasileiro e de Portugal. Veja quais são em http://www.oquartoelemento.com.br

    5 curtidas

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    Avaliações

    4.2 / 51
    • 5 estrelas49%
    • 4 estrelas29%
    • 3 estrelas20%
    • 2 estrelas2%
    • 1 estrelas0%
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    Agatha May Clarissa Miller

    Dame Agatha Mary Clarissa Mallowan (Torquay, Devon, Inglaterra, Reino Unido, 15 de setembro de 1890 — Wallingford, Oxfordshire, Inglaterra, Reino Unido, 12 de janeiro de 1976), mundialmente conhecida como Agatha Christie, foi uma romancista policial britânica, autora de mais de oitenta livros. Seus livros são dos mais traduzidos de todo o planeta, superados apenas pela Bíblia e pelas obras de Shakespeare, com mais de 4 bilhões de cópias vendidas em diversas línguas. Conhecida como Duquesa da Morte, Rainha do Crime, dentre outros tútulos, criou os famosos personagens Hercule Poirot, Miss Marple, Tommy e Tuppence Beresford e Parker Pyne, entre outros. Agatha Christie escreveu também sobre o pseudônimo de Mary Westmacott.

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    Devon, Inglaterra

    Agatha May Clarissa Miller