Annie é foi deixada no orfanato ainda bebê com um bilhete e a metade de um medalhão, pelos seus próprios pais, após 11 anos ela ainda aguarda ansiosamente que eles retornem e assim se tornem uma família feliz.
O livro é passado em um período complicado de depressão e muitas pessoas sofrendo com isso, mesmo assim Annie resolve fugir do lar que tem lhe acolhido e bem ou mal tem uma casa e comida, porém os maltratos da dona é algo que a deixa mais para baixo.
Nossa pequena orfã embarca numa aventura intensa na procura de seus pais, enfrentando, noites mal dormidas, fome, frio, conhecendo oportunistas e fazendo amizades, Annie encanta a maioria das pessoas com quem se relacionou até mesmo um amigo de quatro patas.
A ruivinha é tão apaixonante, que nosso outro protagonista Oliver se encanta ao tentar fazer um ato de "caridade" ao querer conhecer uma das crianças do orfanato para depois passar o natal em sua linda mansão e então o AMANHÃ chega, começa então uma real busca por seus pais liderada por Oliver, com oficiais do fbi e investigados, apesar de muitas pessoas querendo tentando se passar por seus pais depois de ser oferecido dinheiro acaso eles se apresentassem na mansão.
É uma leitura leve, fácil, e gostosa, aquece o coração e alma.
Apesar de ser um livro previsível, mostra a todos o poder da energia positiva, o poder da pessoa sendo alguém do bem... o quão importante é nosso caráter e nossa essência, o quanto isso reflete na nossa vida.
É um livro para ler em um final de semana, sem muita expectativa, é doce e inocente.
Vale a pena para tirar tudo que é de ruim a nossa volta.
OBS: Como bem sabemos LIVRO x FILMES é algo que sempre é comparado e citado então só vou dizer que a essência do livro até esta um pouco no filme(2014). Alteraram muitas coisas, como pequenos detalhes e o fato de tudo que a protagonista sofreu.
Lembrando que Annie tem tambem outro filme de 1982 e um músical pensando pelo autor.
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Trecho que resume bem o livro:
"Bem, eu acho que, quando a gente pensa nas coisas boas que podem acontecer amanha em vez de pensar nas ruins que estão acontecendo hoje, a gente pode começar a fazer essas coisas boas acontecerem - disse Annie."
pag. 167