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    Pequenas Epifanias -

    Caio Fernando Abreu

    Nova Fronteira
    2014
    240 páginas
    8h 0m
    ISBN-13: 9788520925263
    Português Brasileiro
    4.3
    984 avaliações
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    Favoritos34Desejados1121Avaliaram984

    Epifania é a expressão religiosa empregada para designar uma manifestação divina. Por extensão, é o perceber súbito e imediato de uma realidade essencial, uma espécie de iluminação. As crônicas escritas por Caio Fernando Abreu retêm essa qualidade, levam o leitor a enxergar, como num clarão, verdades bem escondidas. A primeira fase das Pequenas epifanias foi publicada no jornal O Estado de S. Paulo entre 1986 e 1989. Depois de uma retirada de três anos, Caio voltou ao terreno da crônica instigado por Antonio Gonçalves Filho, então editor do Caderno 2 do jornal. É aí que sua escrita de cronista se torna mais visceral, mais atada aos fenômenos da vida e da morte. Como lembra Gonçalves Filho, na apresentação desta obra, Caio vinha disposto a fazer da crônica uma narrativa explicitamente autobiográfica e escandalosamente literária.

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    Lincoln R Cardoso picture
    Lincoln R Cardoso26/01/2021Resenhou um livro
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    O íntimo que se desenrola junto com suas crônicas

    Os últimos anos do escritor são como seus contos: bonitos, densos e dolorosos. Apesar de não ter nenhum cunho autobiográfico, esse livro de crônicas para jornal deixa entrever um pouquinho da vida de Caio Fernando Abreu, do final dos anos 80 até a metade dos anos noventa. Entre um fato do cotidiano e outro, que ele escreve para publicação, estão também fatos sobre sua vida. Ele conta de suas viagens, sua agenda de escritor, sua vida doméstica de jardineiro por prazer e sua convivência com o vírus HIV. Sobre este último, acompanhamos os sintomas, a descoberta e a luta (a que ele sensivelmente chama de “ciclos secos”), até a morte do escritor, marcada pela interrupção das crônicas. A beleza está no que ele tem de humano e universal: a paixão conflitante pela vida, que mesmo dura, encanta o artista. E a arte é uma forma de sobrevivência. Ele compartilha muitas de suas referências de cinema, música e literatura. Anotei muitas delas, as quais estou conhecendo aos poucos. Essa foi uma leitura que aproveitei cada página bem devagar. E encontrei nelas minha crônica preferida: carta anônima. Procure-a para ler, não irá se arrepender, eu garanto.

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