O livro "Soledad no Recife" percorre as veredas dos testemunhos e das confissões ao reviver a passagem da militante paraguaia Soledad Barret pelo Recife, em 1973, e a traição que culminou em sua tortura e assassinato pela ditadura militar. Delatada pelo próprio companheiro Daniel, conhecido depois como Cabo Anselmo, Soledad morre com um grupo de guerrilheiros, na capital pernambucana. O episódio ficou conhecido como 'O massacre da chácara São Bento' e revelou-se mais um extermínio do que um confronto armado.



