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    Salve, Santa Rainha - A mãe de Deus na palavra de Deus

    Scott Hahn

    Cléofas
    2015
    144 páginas
    4h 48m
    ISBN-13: 9788588158986
    Português Brasileiro
    4.7
    179 avaliações
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    Favoritos22Desejados259Avaliaram179

    A mãe de Deus na palavra de Deus Em O Banquete do Cordeiro, o apologista e estudioso Católico Scott Hahn explorou a relação entre o Apocalipse e a Missa Católica Romana, habilmente esclarecendo o mais sutil dos pontos teológicos com analogias e anedotas da vida cotidiana. Em Salve, Santa Rainha, ele emprega o mesmo estilo acessível e agradável para demonstrar o papel essencial de Maria na mensagem de Redenção Cristã. A maioria dos cristãos sabe que a vida de Jesus foi prenunciada através de todo o Antigo Testamento. Por meio de um exame profundo da Bíblia, aliado aos estudiosos e o clero Católico e Protestante, Hahn nos ilumina com pequenos, mas importantes detalhes, mostrando que enquanto Jesus é o "Novo Adão", Maria é a "Nova Eva". Ele desvenda o mistério Mariano no centro do Apocalipse e nos revela como é predito nas primeira páginas do livro do Gênesis e na história da monarquia do Rei Davi, que menciona um lugar privilegiado para a mãe do rei. Se baseando nas escrituras e fundações históricas, Hahn apresenta um novo olhar na doutrina Mariana: Sua Concepção Imaculada, Virgindade Perpétua, Assunção e Coroação. Enquanto ele guia os leitores modernos através destas passagens cheias de mistérios e poesia, Hahn os ajuda a redescobrir a arte antiga e a ciência da leitura das Escrituras para se adquirir um entendimento mais profundo das veracidades e a relação da fé com a prática da religião no mundo contemporâneo.

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    Barbara Tomaz picture
    Barbara Tomaz11/09/2025Resenhou um livro
    0.5 (Muito ruim)

    Não é isso tudo que falam!

    Em poucas páginas, Scott Hahn comenta e explica as principais questões que envolvem as titularidades e devoção a Maria. Ele menciona figuras importantes, usa citações dos Pais da Igreja, do catecismo da igreja católica, chega até a usar alguns trechos da Bíblia. Inclusive convida aos leitores a lerem seu livro com a Bíblia ao lado para consultar e comparar com seu escrito. Mesmo com tanto esforço, o resultado não foi bom. O livro todo praticamente se sustenta em 3 pilares: Interpretação de Gênesis e Apocalipse equivocadas, excesso de alegórias e um senso de família peculiar. Por exemplo, para justificar e tornar necessário a figura de Maria como mãe e atuante no meio cristão de hoje, Scott reafirma e comenta várias vezes sobre a importância do papel de uma mãe para seus filhos e para sua família. Embora ele mencione que o papel do Pai (Deus) e do filho (Jesus) sejam importantes, esses seriam incompletos se não tivesse uma mãe para "acolher e cuidar". E como "Deus é a favor da família, deu a todos os cristãos uma mãe também". Veja que é o tipo do argumento bem apelativo e sentimental, e que não possui nenhum fundamento bíblico pois as escrituras nunca ensinaram esse tipo de coisa, ainda mais destacando o papel feminino e a autoridade de Maria para os cristãos de hoje. Outro texto que ele usou foi: "Jesus, sendo o Filho primogênito na família de Deus, é o Sumo Sacerdote mediador entre o Pai e seus filhos, enquanto Maria é mediadora na condição de rainha-mãe e advogada (cf. 1 Rs 2, 19)." - pág 92 Detalhe olha a referência bíblica que o autor relacionou: 1 Reis 2.19. Olha o que realmente texto biblico diz: " Quando Bate-Seba foi falar ao rei em favor de Adonias, Salomão levantou-se para recebê-la e inclinou-se diante dela. Depois assentou-se no seu trono, mandou que trouxessem um trono para a sua mãe, e ela se assentou à sua direita." Scott simplesmente pega qualquer texto e coloca a sua ideia no versículo, simples assim. Pelo amor de Deus, não tem como relacionar uma coisa com a outra! A narrativa é bem clara, o contexto era entre Salomão e sua mãe. Não tem nada que indique Cristo, muito menos Maria. O autor ainda afirma que um cristão só terá pleno entendimento do Evangelho se aceitar os atributos de Maria: "Isto não é um opcional para os cristãos. Não é algo decorativo nos Evangelhos. Maria é — num sentido real, duradouro e espiritual — nossa mãe. Se desejamos conhecer a fraternidade de Jesus Cristo, devemos conhecer a mãe que queremos compartilhar com Jesus Cristo. Sem ela, nosso entendimento do Evangelho será, no mínimo, parcial. Sem ela, nosso entendimento da salvação nunca terá relação com a família e ficará preso na Antiga Aliança, onde a paternidade de Deus era considerada metafórica e a filiação do homem, uma servidão." - pág 68 Isso é um erro gravíssimo porque não possui base bíblica nenhuma. Ora, se o fiel é incentivado a crer na Bíblia e na Tradição como autoridade, já de não ter nada nas escrituras que comprovasse tal afirmação, já mostra que se tem um problema. Mas, o livro não vai te incentivar a pensar sobre isso e sim a aceitar tudo o que o autor escreveu, por mais absurdo e incoerente que seja. Como Scott escreveu em 1999 o livro o Banquete do Cordeiro, livro em que ele relaciona a missa com o livro de Apocalipse, algumas interpretações foram recicladas para esse livro ( que foi lançado originalmente em 2001). Desse modo, os argumentos que relacionam uma tipologia de Maria em Gênesis e em Apocalipse são reaproveitados e repetidos na maior parte do livro. O autor tentou justificar isso alegando que se trata de uma tipologia bíblica, mas o que se vê na prática e na teoria é uma interpretação capenga e forçada de textos bíblicos. Por exemplo: "Maria é uma figura central no Apocalipse porque, assunta aos Céus, onde reina, é agora o cumprimento da realidade da qual a própria Igreja é simplesmente um tipo. Ela é Virgem e Mãe, a Noiva de Cristo, a Jerusalém Celeste, a grande cidade que é a Cidade de Deus. Ela é o arquétipo celestial." - pág 103 "Quando lemos as Escrituras de maneira tipológica, não estamos tentando decifrar um código ou resolver um enigma, tampouco impor nossas visões excêntricas à palavra inspirada. Estamos tentando encontrar uma Pessoa. Queremos conhecer a Deus, seus caminhos, seus planos, seu povo escolhido... e sua mãe. - pág 67 " Sendo assim, quero evitar um perigo que chamo de atomismo: concentrar-se em tipos bíblicos isoladamente, como se fossem metáforas desconexas ou espécimes singulares numa placa de laboratório. Também não estamos falando de um sistema oculto de símbolos quando consideramos a tipologia de Eva, a Arca da Aliança e a rainha-mãe. Estamos, antes, olhando para criaturas ordenadas pela Providência a fim de se cumprirem numa pessoa histórica, real. Assim como Isaac, Moisés e Davi foram pessoas reais que prefiguravam o Messias divino — Jesus —, também Eva, a arca e a rainha-mãe nos fazem vislumbrar a grande realidade que é Maria. (...) Paulo sentiu-se comovido com a maneira como Jesus estava prefigurado em Adão, mas Paulo estava apaixonado por Jesus Cristo. Da mesma maneira, devemos conhecer e amar Maria por si só quando estiver iluminada por seus tipos bíblicos." - pág 67 Assim, com excessos de associações e alegórias, Scott tenta justificar sua teologia. Não basta colocar versos e textos bíblicos para um livro cristão ser considerado como "bom, correto e bíblico", é preciso ter coerência e não inventar interpretações e informações que o texto bíblico não ensina...

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    Scott Hahn

    Este homem brilhante, ex-pastor protestante, Doutor em Sagrada Escritura, hoje é um homem apaixonado pela Igreja Católica. Seus livros são recomendados por mais de 10 arcebispos americanos. Dr. Scott Hahn é professor de Teologia e Sagrada Escritura na Universidade Franciscana de Steubenville, desde 1990. Em 2005, ele foi designado pelo Papa Bento XVI, Catedrático de Teologia bíblica da Liturgical Proclamation, no Seminário São Vicent, em Latrobe, Pensilvânia. Recebeu o grau de bacharel em Teologia, Filosofia e Economia no “Grove City College”, Pensilvânia (1979), fez o Mestrado no Gordon – Conwell Theology Seminary (1982), em “Theology Divinity”, e seu doutorado – Ph.D. em Teologia Bíblica (1995) na Marquette University. Centenas de suas palestras nos EUA e no mundo, são reproduzidas em vídeos e DVDs por “St. Joseph Communications”. Ele é fundador e diretor do “St. Paul Center for Biblical Theology” (Centro São Paulo de Teologia Bíblica), um Instituto de pesquisa sem fins lucrativos para promover o estudo bíblico e a Tradição católica.

    40 Livros
    80 Seguidores

    Scott Hahn