Leviatã (Clássicos Cambridge de Filosofia Política) - ou matéria, forma e poder de uma república eclesiástica e civil

    Thomas Hobbes

    Martins Fontes
    2008
    620 páginas
    20h 40m
    ISBN-13: 9788533624085
    Português Brasileiro

    Pode-se dizer que o Leviatã, de Hobbes, é a maior obra de filosofia política da língua inglesa. Escrito em um período de grande agitação política (Hobbes viveu durante o reinado de Carlos I, as Guerras Civis, a República e o Protetorado, e a Restauração), o Leviatã é um argumento a favor da obediência à autoridade fundado na análise da natureza humana.

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    Doney Corteletti Stinguel24/10/2016Resenhou um livro
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    Lista de Livros: Leviatã ou Matéria, Forma e Poder de um Estado Eclesiástico e Civil, de Thomas Hobbes

    “O que imaginarmos será finito. Portanto não existe qualquer ideia, ou concepção de algo que possamos denominar infinito. Nenhum homem pode ter em seu espírito uma imagem de magnitude infinita, nem conceber uma velocidade infinita, um tempo infinito, ou uma força infinita, ou um poder infinito. Quando dizemos que alguma coisa é infinita, queremos apenas dizer que não somos capazes de conceber os limites e fronteiras da coisa designada, não tendo concepção da coisa, mas de nossa própria incapacidade.” * “Provocar em alguém um mal maior do que se pode ou se está disposto a sofrer, faz tender para odiar quem sofreu o mal, pois só se pode esperar vingança ou perdão; e ambos são odiosos.” * “Aqueles que enganam com a esperança de não serem descobertos, geralmente se enganam a si mesmos (as trevas em que pensam estar escondidos não são mais do que sua própria cegueira), e não são mais sábios do que as crianças que pensam esconder-se quando tapam seus próprios olhos.” * “Quanto a quem foram os autores originais dos vários livros das Sagradas Escrituras, é coisa que não foi tornada evidente por qualquer suficiente testemunho ou outra história (que é a única prova em matéria de fato), nem pode sê-lo por quaisquer argumentos da razão natural, pois a razão não serve para convencer da verdade dos fatos, mas apenas da verdade das consequências.” * Mais em:

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