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    Bhagavad Gita - A sublime canção da Grande Índia

    Krishna

    Textos para Reflexão
    2015
    129 páginas
    4h 18m
    ISBN-10: B015JEAK4M
    Português Brasileiro
    4.4
    1720 avaliações
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    Favoritos18Desejados1752Avaliaram1720

    O Bhagavad Gita, a sublime canção, é um dos textos mais sagrados de toda a humanidade. Embora mais famoso no Oriente (particularmente na Índia, sua terra de origem), o Gita eventualmente foi traduzido do sânscrito para o inglês e, dessa forma, pôde ser apreciado também por grandes mentes ocidentais que não lhe pouparam elogios, e até mesmo certa reverência: "Comparado com o Gita, o nosso mundo moderno e toda a sua literatura se parecem insignificantes e triviais" (Henry David Thoreau) "O Bhagavad Gita é a coisa mais profunda e mais sublime de que dispõe o mundo dos homens" (Wilhelm von Humboldt) "Foi o primeiro dos livros, como se todo um império nos falasse; nada pequeno ou sem significância, mas grandioso, vasto e consistente, a voz de uma inteligência muito antiga" (Ralph Waldo Emerson) "Este livro é um dos resumos mais claros e compreensivos da filosofia perene que já nos foram revelados; o seu valor persiste até hoje não somente em benefício da Índia, mas de toda a humanidade" (Aldous Huxley) *** Nesta tradução da versão inglesa clássica de Sir Edwin Arnold, conforme compilada pela American Gita Society, Rafael Arrais se vale da sua experiência com as traduções de outros textos sagrados, como o "Tao Te Ching" de Lao Tse, o "Gitanjali" de Tagore e "O Profeta" de Gibran, para nos trazer uma versão moderna, profunda e acessível da antiga sabedoria da Grande Índia. Se você já conhece esta canção divina, lhe convidamos a escutá-la mais uma vez, numa melodia própria deste novo século. Se nunca a ouviu, recomendamos de coração que a ouça, pois é quase certo que o diálogo entre Lorde Krishna e Arjuna também irá lhe transformar... *** [número de páginas] Equivalente a aproximadamente 133 págs. de um livro impresso (tamanho A5). [sumário, com índice ativo] - Prefácio - Sobre a tradução - Capítulo I - O dilema de Arjuna - Capítulo II - O conhecimento transcendental - Capítulo III - O caminho do serviço - Capítulo IV - O caminho da renúncia com conhecimento - Capítulo V - O caminho da renúncia - Capítulo VI - O caminho da meditação - Capítulo VII - Autoconhecimento e iluminação - Capítulo VIII - O Espírito eterno - Capítulo IX - O conhecimento supremo e o grande mistério - Capítulo X - A manifestação do absoluto - Capítulo XI - A visão da forma cósmica - Capítulo XII - O caminho da devoção - Capítulo XIII - A Criação e o Criador - Capítulo XIV - As três qualidades da natureza material - Capítulo XV - O Espírito supremo - Capítulo XVI - O divino e o demoníaco - Capítulo XVII - Os três tipos de fé - Capítulo XVIII - A libertação pela renúncia - Notas - Epílogo: Amor sem Fim (poema de Rabindranath Tagore).

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    Clio picture
    Clio21/07/2023Resenhou um livro
    3 (Bom)

    "Eu sou o início, o fim e o meio." Se essas palavras lhe soam familiares, é porque as religiões ocidentais em suas raízes ainda pré-babilônicas foram fortemente influenciadas pelas religiões orientais e Bhagavad Gita, ou os ensinamentos de Krishna, apresenta temas muito conhecidos para os judaico-cristãos. O Brahmanismo, como apresentado aqui, não tem como característica o deus-uno, mas um do qual tudo faz parte. Em certa passagem, afirma-se que aquele que venera outros deuses também o venera, pois eles nada mais são do que parte dele - uma forma inteligente de abarcar uma região conhecida pelo politeísmo. Há uma boa parte de pregações como perdão, amor ao próximo e a fé verdadeira - esse último paradoxal com o texto inicial, fazendo crer que foi um posterior adendo quando a fé tornou-se algo mais sacerdotal. Outras observações mais pesadas referentes às malignidades e como não podia deixar de ser, o ateísmo, também se encontram deslocadas, mas nada que perturbe a leitura. Em seu conjunto, é uma obra bonita que provavelmente soa mais poética em sua língua original, no entanto, para os fans de Raul Seixas e Legião Urbana, é impossível ler certas partes sem cantarolá-las. Pode servir como estudo, mas recomendo pela beleza e curiosidade.

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