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    Stolen Legacy - Greek Philosophy is Stolen Egyptian Philosophy

    George G. M. James

    INDEPENDENT PUBLISHE
    2002
    200 páginas
    6h 40m
    ISBN-10: 0913543780
    4.5
    16 avaliações
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    Favoritos1Desejados96Avaliaram16

    O autor deste livro é, na verdade, o historiador George G. M. James. O livro foi equivocadamente cadastrado como sendo também do autor Cheikh Anta Diop. Challenging the notion that civilization started in Greece, this uncompromising classic attempts to prove that the true authors of Greek philosophy were not Greeks but Egyptians. The text asserts that the praise and honor blindly given to the Greeks for centuries rightfully belong to the people of Africa, and argues that the theft of this great African legacy led to the erroneous world opinion that the African continent has made no contribution to civilization. Quoting such celebrated Greek scholars as Herodotus, Hippocrates, Aristotle, Thales, and Pythagoras, who admit to the influence of Egyptian studies in their work, this edition sheds new light on traditional philosophical and historical thought. Originally published in 1954, this book features a new introduction.

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    Livia Lucas02/09/2020Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Primeiramente, quero deixar entendível que farei uma resenha sintetizada desta leitura pois há uma finitude quantitativa de caracteres que me impossibilita de fazer uma explicação pormenorizada da vasta erudição que o livro oferece. Sei que o livro é bastante polêmico, até porque ele descortina as falácias da branquitude. Mas a intenção com essa resenha é tentar instigar a vontade do leitor de conhecer outras narrativas. E tendo em vista a importância que ?Stolen Legacy? tem, não quero ocultá-lo ainda mais do que ele já é por muitos intelectuais que negam a sua veracidade. É um livro que causa incômodo, a cada parágrafo que eu lia, ficava atônita. Mas as mentiras que subjugaram o povo africano e os jogaram na extrema desonra não podem ser perpetuadas. Sinto necessidade de indicá-lo, mais pessoas precisam conhecer uma perspectiva da filosofia sem ser a eurocêntrica, tida como a única e dona dessa falsa imparcialidade. ?Os Gregos não foram os autores da filosofia Grega, mas o povo da África do Norte comumente chamados Egípcios, foram?. E é assim que George G.M. James inaugura o livro, com uma frase incomoda a depender de quem a lê. Sim, esse é o cerne da obra, desmistificar a filosofia que conhecemos sendo Grega. Basta abrirmos um livro didático de filosofia que veremos o ponto de partida sendo a Grécia ? o continente Europeu. Sempre nos deparamos com: ?Grécia, o berço da civilização?, e automaticamente ocorre o apagamento e o silenciamento dos povos africanos na contribuição da ciência. Portanto, o autor inicia-se nos pré-socráticos, como Tales de Mileto, e vai até Aristóteles, falando sobre o saqueamento dos saberes africanos. Exemplificarei de forma didática para maior compreensão: Pitágoras foi quem levou o reconhecimento pelo memorável teorema do quadrado da hipotenusa, conhecido hoje por ?teorema de Pitágoras?, e esta atribuição esconde que Pitágoras viajou para o Egito para estudar e ficou impressionado com a magnitude das pirâmides e a força motriz por trás das suas construções. Até porque origem das pirâmides egípcias é muito mais antiga que a existência de Pitágoras. E é impossível construir pirâmides com tamanha grandiosidade sem o amparo da matemática, da geometria. Logo, tiramos a conclusão que Pitágoras aprendeu e levou para fora o conhecimento obtido com os africanos. Outro exemplo que vale a pena ser citado é de Aristóteles, que por ser próximo de Alexandre, O Grande, o acompanhou em sua conquista ao Egito, por isso aproveitou para saquear, junto com seus alunos, os livros da biblioteca de Alexandria e creditá-los em seu nome. O autor também cita a quantidade de livros escritos por Aristóteles, que ele considera impossível tendo em vista as condições físicas e tecnológicas da época, nem hoje seria possível ter uma produção literária da envergadura de Aristóteles. Além de que as doutrinas desse ?filósofo? eram mostradas como originadas do Sistema de Mistérios Egípcios. E isso George G.M. James considera apenas algumas das contradições que cercam a história de Aristóteles. Sócrates, por sua vez, foi o único que o autor mencionou mais ou menos de forma honrosa, dizendo que ele incorporou os ensinamentos egípcios de forma profunda, e aceitou a condenação à morte como ?sacrifício?, e era o único que de fato foi iniciado.

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    George G. M. James

    Dr. George Granville Monah James nasceu em Georgetown, Guiana. Ele foi filho do reverendo Linch B. e Margaret E. James. George G. M. James alcançou os graus de Bacharel em Artes, Bacharel em Teologia e Mestrado em Artes pela Universidade de Durham na Inglaterra e foi um candidato lá para o grau de Doutor em Letras. Ele conduziu pesquisas na Universidade de Londres e fez trabalho de pós-graduação na Universidade de Columbia onde leu para seu Ph.D. Dr. James alcançou um certificado de ensino no Estado de Nova York para ensinar matemática, latim e grego. James mais tarde serviu como professor de Lógica e grego na faculdade Livingston, em Salisbury, Carolina do Norte por dois anos, e, eventualmente, lecionou na Universidade de Arkansas, Pine Bluff. Dr. James foi o autor do amplamente divulgado Legado Roubado: Os Gregos Não Foram Os Autores da Filosofia Grega, Mas as Pessoas do Norte de África, Comumente Chamados de Egípcios – um texto polêmico originalmente publicado em 1954 e reeditado várias vezes desde então.

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    George G. M. James

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