Promethea - Volume Um (Promethea: Edição Definitiva) - Edição Definitiva

    Alan Moore, J.H. Williams III, Mick Gray

    Panini Books
    2015
    464 páginas
    15h 28m
    ISBN-13: 9788583680604
    Português Brasileiro

    A jovem Sophie Bangs era apenas mais uma estudante universitária em uma versão futurista de Nova York até que uma entrevista para um trabalho da faculdade a colocou no caminho de Promethea, uma entidade que incorpora a imaginação humana. O destino das duas agora está entrelaçado para a eternidade, e Sophie se vê envolvida em um mundo repleto de símbolos, entidades místicas e magia. O tempo urge e ela precisa dominar logo suas novas habilidades, ou será devorada viva pelos antigos inimigos de Promethea!

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover

    Similares (5)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    Resenhas (20)Ver mais
    Clio picture
    Clio14/05/2019Resenhou um livro
    3 (Bom)

    A trama em si não é muito desenvolvida, os vilões aparecem apenas como gancho para discussões filosóficas e pouco é mostrado sobre eles. Não é a intenção de Moore, em nenhum momento, transformar Promethea em mais um quadrinho de ação. Semelhante a jornada de Dante e Virgílio na Divina Comédia, Promethea viaja a um outro plano – descrito como a versão plena da realidade – onde o profano e o divino se mesclam e Moore usa e abusa de referências pops para que o misticismo cabalístico apresentado se torne mais acessível. A aventura em si é linda visualmente e toda a glória vai para John Williams III e Mick Gray. Suas histórias são quase totalmente desenhadas em dupla página e oferecem ao leitor uma gama de estilos diferentes para a arte sequencial. Isso foi um tapa de luvas de pelica na vigência da “arte estilística” na qual o desenho é uma mescla de escolas artísticas e não apresenta características fortes. Outra peculiaridade é a predominância de personagens femininos, uma adesão à teoria da contracultura e política dos quadrinhos. Contudo, certas questões como feminismo, igualdade e sexualidade não são discutidos, eles já fazem parte daquele ambiente e ponto final. Apesar de todo o cuidado dos artistas, a obra não é fácil de ser assimilada. Os primeiros capítulos foram referenciados aos quadrinhos tradicionais como uma forma de situar o leitor, porém, o mesmo é rapidamente desestabilizado pela quantidade de informações oferecidas pelo mundo de Promethea – uma espécie de Nova Iorque alternativa de 1999. Mesmo os fãs mais ferrenhos de Moore têm dificuldade para decidir o valor da obra, pois a digressão de sua ideologia pessoal pode alienar aqueles que procuravam algo ao estilo de obras mais populares como V de Vingança e Watchmen.

    67 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.5 / 493
    • 5 estrelas65%
    • 4 estrelas23%
    • 3 estrelas8%
    • 2 estrelas3%
    • 1 estrelas1%