Edição de Outubro de 2015
Revista Diário - Nº 11 - Amapá - Outubro/2015
não informado
"Religião e Religiosidade" é um texto interessante, que mostra o primeiro aspecto como a teoria formal e o segundo como a prática da fé. A abordagem fala que nem sempre caminham juntas e ambas podem ter uma motivação egoísta. Concordo com isso, diante dessa concepção prática que vemos hoje de querer sujeitar Deus a vontade humana ou ter um relação espiritual baseada em um mecanismos de barganha. "Nomofobia" é o medo de ficar sem celular. O texto trata da relação doentia que muitos tem hoje e a abordagem é sobre a necessidade de saber colocar limites. Muito lúcida a frase que diz que "a internet tem a capacidade de aproximar as pessoas distantes e afastar as que estão próximas". "Como a Expofeira vai ajudar a economia?", sobre a famosa feira em Macapá , que quase não foi realizada nesse ano, como aconteceu em 2014. Só achei o texto vago e pouco enfático nas determinações fundamentais. Gosto mais das coisas práticas. A questão da "Mobilidade Urbana" mostra a situação do trânsito em Macapá, mesmo com várias modificações no sentido das vias. O texto dá ênfase a investimentos e melhorias no transporte público como alternativa fundamental. A reportagem de capa, que mostra o papa, fala da cura de câncer de um homem, tendo nisso inspiração para a composição de músicas cristãs, como as que foram apresentadas na visita do papa. Acho a capa apelativa e com direcionamento para mais idolatria na fé. A reportagem sobre o Parque Zoobotânico em Macapá também está legal e o tema precisa estar mais na mídia, diante do descaso governamental com o parque fechado ha 14 anos. É um desencontro grande a celebração do estado como o mais preservado do país e o descaso com o parque que ilustra algo dessa natureza. O texto não cita, mas a questão é mais grave que imaginamos, ocorrendo vandalismo, saques e rapto de animais atualmente. Finalizando, o que merecia a capa da revista pelo aspecto histórico é a reportagem sobre a formação do bairro do Laguinho. A história está bem sucinta e instigante, sendo abordada com inspiração nos famosos versos do marabaixo: "Aonde tu vais rapaz?"
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