No Game No Life #06 (No Game No Life #06) - Parece que o casal de gamers desafiou o mundo

    Yuu Kamiya

    NewPOP
    2016
    440 páginas
    14h 40m
    ISBN-13: 9788583620358
    Português Brasileiro

    "Disboard"… O mundo em que tudo se resolve com games. O deus único, Tet, criador desse mundo, encontra-se imóvel… desacordado, de barriga vazia, numa viela de Elquia. Revivido graças à caridade de Izuna, Tet conta uma "história de mais de 6 mil anos atrás", em que um jovem e uma menina, sua companheira, definiram a [[Grande Guerra]] que partiu céu e terra como um "jogo" e desafiaram o mundo. – Ei, vamos jogar de novo… É agora que eu ganho, vamos… Uma história que não ficou nem na memória e nem nos registros, mas que "eu" não posso esquecer… O "primeiro mito" leva ao "mais novo mito" neste sexto volume da popular fantasia de outro mundo!

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    Alberto Tisbita15/08/2021Resenhou um livro
    2 (Razoável)

    Um sorriso amargo

    O sexto volume da série No Game No Life conta a história da grande guerra que precedeu a fundação de Disboard e a soberania do deus dos jogos sobre os demais. O título inicia e conclui seu próprio arco narrativo. A trama é protagonizada por Riku, um humano que tem como coadjuvante a ex-machina Schwi. O casal mantém a disparidade de foco e aprofundamento que suas contrapartes do futuro - Sora e Shiro. O herói é o único personagem bem trabalhado pelo autor até o presente. Pena que o tenha sido em um momento no qual Kamiya aparenta ter acabado de descobrir a expressão "sorriso amargo", dela abusando de tal maneira que sua marca sobre a pele de Riku ficou mais profunda que as queimaduras causadas pela cinza negra. Por outro lado, a origem e o propósito dos ex-machinas são tão mal explicados quanto o plano para dar cabo à guerra, de modo que ao leitor é repassada a tarefa hercúlea de ligar os pontos. O final, então, é tão súbito que se esvazia de sentido e de impacto. Cá está a prova cabal de que a regra que prevê uma menor qualidade da adaptação cinematográfica em relação à literatura original não é absoluta. No quadro de desolação no e do enredo, a editora NewPOP é exitosa ao garantir seu lugar de destaque. Quase tão difícil quanto encontrar sentido na trama é se deparar com uma página deste livro que não ostente desvios ortográficos tão pueris quanto uma flügel que acabou de lançar um ataque celestial. No fim das contas, o sexto título da franquia tem na fuga da perfeição de Kuuhaku seu maior mérito. Enquanto pondero se esse sopro de ar fresco compensa suas deformidades eu fecho o livro de uma vez por todas, escrevo esta resenha, e sorrio amargamente.

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