Aventuras na História Nº 152 (Março de 2016) - Luiz Carlos Prestes

    não informado

    Caras S/A
    2016
    58 páginas
    1h 56m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro

    # A transformação de Luiz Carlos Prestes: de capitão do exército e pequeno burguês ao mais relevante comunista brasileiro # Um ardiloso político no império francês # A encantadora Lisboa # Namoro na época colonial # Como fazíamos sem pizza # 100 anos de guerra # Joseph Fouché: O traidor perfeito

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover

    Similares (2)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    Resenhas (1)Ver mais
    R . picture
    R .10/03/2016Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Interessante a reportagem biográfica de Luíz Carlos Prestes, mas o que me instigou foi a Coluna Prestes, cheia de histórias espetaculares e até mesmo lendárias na literatura de cordel, como os combates com Lampião. Pena que o foco não tenha sido este e a reportagem tenha citado pouca coisa. Vemos um breve relato e mapa do percurso nos dois anos de andanças pelo país. Duas obras foram citadas sobre esse tema, que deixo em registro: "Luiz Carlos Prestes - Um comunista brasileiro", de Anita Leocádia (a filha com Olga Benario), que ressalta que Prestes se opunha a violência e punia severamente os contrários a isso. Lembrando a Olga Benario, que crueldade do Getúlio vargas entrega-la nas mãos dos alemães (sendo ela judia, comunista e grávida de sete meses) onde foi executada na câmara de gás. "Coluna prestes - O avesso da lenda", de Eliane Brum, traz relatos de antigos moradores das regiões onde a coluna passou e teria praticado violência, saques, assassinatos e estupros. Muita coisa tem aí, revelada ou não. De certo, segundo a revista, ocorreu entre 1925 e 1927, percorreu cerca de 25 mil quilômetros em 13 estados, e teve origens no movimento tenentista, como uma insatisfação e militância contra as velhas oligarquias no governo brasileiro e sua política facciosa. Fiquei interessado em ler mais sobre essa história. Poxa, rapaz! Mais uma para minha aprendizagem etimológica de palavras e expressões. O velho jargão "tudo acaba em pizza" (tão ligado aos bastidores políticos), teve origens futebolísticas, na década de 1960, com o Palmeiras. A cartolagem que não se entendia em uma reunião demorada, amainou os ânimos regada a vinho e pizza em uma cantina. Deu no noticiário, através do jornalista Milton Peruzzi, é a expressão pegou. O texto sobre namoro e casamento no período colonial também traz mais uma expressão que popularizou: "Vá queixar-se ao bispo!", sobre as mulheres "desonradas" sem reparação, leia-se casamento, por parte dos homens.. Impressionante a história sobre os gigantescos navio chineses, verdadeiros Titanics ante as naus portuguesas. Enquanto as naus tinhas em torno de 25 metros, os navios chineses chegavam a 130 metros e destinavam-se ao transporte de mercadorias vindas da África. Eles transitaram cerca de 100 anos antes do início das navegações portuguesas e foram deixados de lado com a morte do imperador Xuandre em 1425. Até então nunca tinha ouvido falar disso. O "Viagem com a História" mostra Lisboa e o que mais chamou minha atenção foram as ruínas de origens romanas. Viajei em imagens na net. Também aprendi uma palavra nova, cenotáfios, sobre monumentos a pessoas cujo corpo foi perdido. Referência a isso no Panteão Nacional, em Lisboa, que traz homenagens a Pedro Álvares Cabral e o infante d. Henrique (se não me engano, o formador da Escola de Sagres, que impulsionou a navegação portuguesa). Eita, quer dizer que aquele personagem do desenho Popeye, o Eugene (que tem também nome em inglês de Jeep), foi quem deu nome ao veículo inventado na segunda guerra mundial pelos americanos! Curioso. O personagem surgia e resolvia as coisas como em um passe de mágica, que nem o veículo, que se dava bem no avanço pelos terrenos em condições severas. Foi o que gostei na revista.

    curtir

    Estatísticas

    Avaliações

    3.4 / 7
    • 5 estrelas14%
    • 4 estrelas14%
    • 3 estrelas71%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%