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    Men at Arms (Discworld #15) -

    Terry Pratchett

    Harper USA
    1997
    400 páginas
    13h 20m
    ISBN-13: 9780061092193
    4.5
    47 avaliações
    Leram80Lendo1Querem21Relendo0Abandonos0Resenhas4
    Favoritos5Desejados21Avaliaram47

    Corporal Carrot has been promoted! He's now in charge of the new recruits guarding Ankh-Morpork, Discworld's greatest city, from Barbarian Tribes, Miscellaneous Marauders, unlicensed Thieves, and such. It's a big job, particularly for an adopted dwarf. But an even bigger job awaits. An ancient document has just revealed that Ankh-Morpork, ruled for decades by Disorganized crime, has a secret sovereign! And his name is Carrott. And so begins the most awesome epic encounter of all time, or at least all afternoon, in which the fate of a city indeed of the universe itself! depends on a young man's courage, an ancient sword's magic, and a three-legged poodle's bladder.

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    Luciana Darce picture
    Luciana Darce17/06/2010Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Estava ansiosa por chegar nesse volume desde que li The Truth (que chegou primeiro aqui em casa e acabei lendo fora de ordem...). Afinal de contas, era nele que entrava Angua e onde a Guarda se transforma da instituição fracassada que é em Guardas! Guardas! para algo que inspira terror nos corações dos criminosos de Ankh-Morpork – incluindo aí os chefes de Guildas. No final das contas, acabei ganhando até mais do que barganhei e a essa altura não sou mais capaz de dizer qual o meu livro favorito da série. Sempre gostei do Pratchett e praticamente do começo de minha relação com seus livros, eu o tive como um escritor absolutamente genial, que quase me matava de rir com suas histórias e as associações que podiam ser feitas a partir delas. Mas alguma coisa mudou de tom depois de ler Small Gods. Além da cortina do humor fácil resultante do fato de Pratchett virar todo estereótipo de pernas para o ar, Small Gods, como Men at Arms e The Truth tratam de assuntos sérios, questionam dogmas e proporcionam paralelos ácidos a instituições como a Igreja, a Imprensa, política, preconceitos e escolhas. Todos esses três livros me deixaram quase sem palavras e com uma forte impressão no espírito. Men at Arms, contudo, me enganou até quase a primeira metade do livro, quando entendi afinal que ele discutia, no meio de uma explosão de diversidade étnica – humanos, anões, trolls, lobisomens – a questão do preconceito e da inclusão social. E você encontra ali de tudo – desde um poodle que busca a pureza genética dos lobos e deseja exterminar os humanos (e nem com bigodinho ele poderia ser mais parecido com o Führer) até o ódio absoluto entre trolls e anões que quase incendeia Ankh-Morpork (pelo que já li de outros livros mais para frente, como The Fifth Elephant, eu diria que ele remete ao conflito Israel- Palestina). No meio disso tudo temos o Capitão Vimes, às vésperas de seu casamento com Lady Ramkin, tentando resolver uma série de mortes ligada a um artefato misterioso capaz de atirar projéteis de metal à distância, com grande precisão, usando um mecanismo acionado por pólvora – um engenho pensado pelo inventor Leonardo de Quirm, cujos desenhos foram roubados da Guilda dos Assassinos. Agora jogue nesse caldeirão borbulhante uma vítima da comunidade dos anões, a prisão de um troll fundamentada unicamente no fato de que “onde há um crime, há um troll”; uma conspiração para assassinar chefes de Guilda e o Patrício, conduzindo ao poder o legítimo herdeiro do trono e você tem a receita para o desastre. Men at Arms quase não te dá fôlego – você espera qual será a sua nova pista, qual será a próxima vítima... e ainda tem tempo de jogar como tempero um relacionamento entre um humano e uma lobisomem – aliás, fiquei surpresa em como o Pratchett conseguiu desenvolver isso, porque foi o primeiro romance que vi entre personagens (ainda que existam referências de outros casais em seus livros, como o próprio capitão Vimes), e ele fez isso muito bem, de forma sutil e ainda tocante. Confesso que toda vez que o Cenoura começava a fazer a corte, eu ficava com um sorriso bobo no rosto. Aliás, Cenoura é um personagem central nesse volume. É interessante vê-lo pelos olhos de Angua, a forma como ela enxerga a inteligência, habilidade e carisma dele. E não estou falando de sua visão lupina. As atitudes que Cenoura toma ao longo da história falam por si do homem que ele é, da têmpera de que ele é feito; de sua capacidade de resistir ao poder e de seu amor pela cidade. E é exatamente disso que você tem de ter medo... porque o vilão, ao ter você na mira, ficará se vangloriando de seus planos maléficos... ao passo que um homem bom... Um homem bom pode te matar sem sequer abrir a boca. (resenha originalmente publicada em www.owlsroof.blogspot.com)

    2 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.5 / 47
    • 5 estrelas66%
    • 4 estrelas23%
    • 3 estrelas9%
    • 2 estrelas2%
    • 1 estrelas0%
    Terence David John Pratchett profile picture

    Terence David John Pratchett

    Terry Pratchett (1948-2015) foi um escritor inglês. É o autor da série de livros de fantasia “Discworld”, que o tornou um dos escritores britânicos mais lidos no mundo. Terry Pratchett (forma abreviada de Terence David John Pratchett) nasceu em Beaconsfield, na Inglaterra, no dia 28 de abril de 1948. Com treze anos de idade vendeu sua primeira história. Em 1971, publicou sua primeira novela humorística “The Carpet People”. Trabalhou como assessor de imprensa e no jornalismo, só em 1983 publicou “A Cor da Magia”, seu primeiro livro da série de fantasia “Discworld”. Discworld é uma série ambientada em um mundo em formato de disco, sustentado por quatro elefantes carregados por uma tartaruga gigante que viaja pelo espaço. Diversas entidades, de relacionamento nada pacífico habitam esse mundo. Rincewind, um dos personagens mais famosos da série é um mago que foi reprovado na escola de magia. Em 1998, Terry foi nomeado Oficial da Ordem do Império Britânico. Em 2009, foi nomeado Cavaleiro, pelos serviços prestados à literatura. Em 2010, recebeu o Prêmio World Fantasy Award pelo conjunto da obra. A série Discworld, com mais de 40 livros, já foi publicada em mais de trinta e seis idiomas. O romance da série “Snuff”, lançado em 2011, vendeu em três dias, mais de 55 mil cópias. Autor de 70 livros, Terry terminou o último, um novo romance da série Discworld, em meados de 2014. Terry Pratchett foi diagnosticado, em 2007, com uma forma rara de Alzheimer, falecendo em sua casa em Broad Chalke, na Inglaterra, no dia 12 de março de 2015.

    92 Livros
    569 Seguidores

    Terence David John Pratchett