Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições3
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas4
    • Leitores102
    • Similares1
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Men at Arms (Discworld: The City Watch) -

    Terry Prathett

    Gollancz
    2014
    356 páginas
    11h 52m
    ISBN-13: 9781473200197
    4.5
    47 avaliações
    Leram80Lendo1Querem21Relendo0Abandonos0Resenhas4
    Favoritos0Desejados21Avaliaram47

    «Be a MAN in the City Watch! The City Watch needs MEN!» But what it's got includes Corporal Carrot (technically a dwarf), Lance-constable Cuddy (really a dwarf), Lance-constable Detritus (a troll), Lance-constable Angua (a woman ... most of the time) and Corporal Nobbs (disqualified from the human race for shoving). And they need all the help they can get. Because they've only got 24 hours to clean up the town and this is Ankh-Morpork we're talking about...

    Edições (3)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover

    Similares (1)

    Ver mais
    • book cover
    Resenhas (4)Ver mais
    Luciana Darce picture
    Luciana Darce17/06/2010Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Estava ansiosa por chegar nesse volume desde que li The Truth (que chegou primeiro aqui em casa e acabei lendo fora de ordem...). Afinal de contas, era nele que entrava Angua e onde a Guarda se transforma da instituição fracassada que é em Guardas! Guardas! para algo que inspira terror nos corações dos criminosos de Ankh-Morpork – incluindo aí os chefes de Guildas. No final das contas, acabei ganhando até mais do que barganhei e a essa altura não sou mais capaz de dizer qual o meu livro favorito da série. Sempre gostei do Pratchett e praticamente do começo de minha relação com seus livros, eu o tive como um escritor absolutamente genial, que quase me matava de rir com suas histórias e as associações que podiam ser feitas a partir delas. Mas alguma coisa mudou de tom depois de ler Small Gods. Além da cortina do humor fácil resultante do fato de Pratchett virar todo estereótipo de pernas para o ar, Small Gods, como Men at Arms e The Truth tratam de assuntos sérios, questionam dogmas e proporcionam paralelos ácidos a instituições como a Igreja, a Imprensa, política, preconceitos e escolhas. Todos esses três livros me deixaram quase sem palavras e com uma forte impressão no espírito. Men at Arms, contudo, me enganou até quase a primeira metade do livro, quando entendi afinal que ele discutia, no meio de uma explosão de diversidade étnica – humanos, anões, trolls, lobisomens – a questão do preconceito e da inclusão social. E você encontra ali de tudo – desde um poodle que busca a pureza genética dos lobos e deseja exterminar os humanos (e nem com bigodinho ele poderia ser mais parecido com o Führer) até o ódio absoluto entre trolls e anões que quase incendeia Ankh-Morpork (pelo que já li de outros livros mais para frente, como The Fifth Elephant, eu diria que ele remete ao conflito Israel- Palestina). No meio disso tudo temos o Capitão Vimes, às vésperas de seu casamento com Lady Ramkin, tentando resolver uma série de mortes ligada a um artefato misterioso capaz de atirar projéteis de metal à distância, com grande precisão, usando um mecanismo acionado por pólvora – um engenho pensado pelo inventor Leonardo de Quirm, cujos desenhos foram roubados da Guilda dos Assassinos. Agora jogue nesse caldeirão borbulhante uma vítima da comunidade dos anões, a prisão de um troll fundamentada unicamente no fato de que “onde há um crime, há um troll”; uma conspiração para assassinar chefes de Guilda e o Patrício, conduzindo ao poder o legítimo herdeiro do trono e você tem a receita para o desastre. Men at Arms quase não te dá fôlego – você espera qual será a sua nova pista, qual será a próxima vítima... e ainda tem tempo de jogar como tempero um relacionamento entre um humano e uma lobisomem – aliás, fiquei surpresa em como o Pratchett conseguiu desenvolver isso, porque foi o primeiro romance que vi entre personagens (ainda que existam referências de outros casais em seus livros, como o próprio capitão Vimes), e ele fez isso muito bem, de forma sutil e ainda tocante. Confesso que toda vez que o Cenoura começava a fazer a corte, eu ficava com um sorriso bobo no rosto. Aliás, Cenoura é um personagem central nesse volume. É interessante vê-lo pelos olhos de Angua, a forma como ela enxerga a inteligência, habilidade e carisma dele. E não estou falando de sua visão lupina. As atitudes que Cenoura toma ao longo da história falam por si do homem que ele é, da têmpera de que ele é feito; de sua capacidade de resistir ao poder e de seu amor pela cidade. E é exatamente disso que você tem de ter medo... porque o vilão, ao ter você na mira, ficará se vangloriando de seus planos maléficos... ao passo que um homem bom... Um homem bom pode te matar sem sequer abrir a boca. (resenha originalmente publicada em www.owlsroof.blogspot.com)

    2 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.5 / 47
    • 5 estrelas66%
    • 4 estrelas23%
    • 3 estrelas9%
    • 2 estrelas2%
    • 1 estrelas0%