Anthem (Wisehouse Classics Edition) -

    Ayn Rand

    Wisehouse Classics
    2016
    50 páginas
    1h 40m
    ISBN-10: B01BBKKVQ0

    ANTHEM is a dystopian fiction novella by Ayn Rand, written in 1937 and first published in 1938 in England. It takes place at some unspecified future date when mankind has entered another dark age. Technological advancement is now carefully planned and the concept of individuality has been eliminated. Equality 7-2521, writing by candlelight in a tunnel under the earth, tells the story of his life up to that point. He exclusively uses plural pronoun(s) ("we", "our", "they") to refer to himself and others. He was raised like all children in his society, away from his parents in collective homes. Later, he realized that he was born with a "curse", that makes him learn quickly and ask many questions. He excelled at the Science of Things and dreamed of becoming a Scholar. However, a Council of Vocations assigns all people to their Life Mandate, and he was assigned to be a Street Sweeper. He accepts his street sweeping assignment as penance for his "Transgression of Preference" in secretly desiring to be a Scholar. He finds an entrance to a tunnel in their assigned work area. Despite his friend's protests that any exploration unauthorized by a Council is forbidden, Equality enters the tunnel and finds that it contains metal tracks. He realizes that the tunnel is from the Unmentionable Times of the distant past . . . (more at wisehouse-classics.com)

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    Douglas Cunha14/03/2014Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Brilhante

    Como seria um mundo onde o comunismo fosse levado ao seu ápice? Ayn Rand conseguiu simular esse mundo em Anthem, com uma estória futurística inicialmente perturbadora onde todos os homens são desprovidos de individualidade. Não tem nome, nem país, nem irmãos de sangue. A narrativa é em primeira pessoa - do plural. A palavra "Eu" não existe. Os homens desse distópico lugar não conhecem o sentido de "ego". Nada pode ser feito por necessidades individuais. Desde o nascimento até a morte, "os homens do conselho" decidem o que cada pessoa deve ser à favor de todos. Não há famílias, não no sentido que conhecemos. Todos formam uma grande família. Não há amor entre duas pessoas, mas só o amor de todos por todos. Ao ler a narrativa de Rand, temos a constante sensação de que eles voltaram à idade das pedras, só que, ao invés de por falta de conhecimento, foi por decreto. Ao terminar a leitura ficou uma dúvida: como eles chegaram a esse ponto? Seria o socialismo uma porta de entrada para todo esse horror contra a vida? Seria o comunismo da Coreia do Norte um rascunho de tal aberração? E então vem a sensação de pânico: será que a atual onda socialista no Brasil e vizinhos é um caminho sem volta pra esse terror?

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