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    Count Zero (Trilogia do Sprawl #2) -

    William Gibson

    Aleph
    2017
    312 páginas
    10h 24m
    ISBN-10: 8576573016
    Português Brasileiro
    4
    1541 avaliações
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    No futuro, existe a matrix. Uma espécie de alucinação coletiva digital na qual a humanidade se conecta para, virtualmente, saber de tudo sobre tudo. Mas algo estranho está acontecendo. Pelo ciberespaço se espalham agora diversas novas vidas artificiais. Por isso, as grandes corporações do planeta precisam se mobilizar, cada vez mais e a qualquer custo, para proteger suas informações e obter outras. A bola da vez é o biochip, tecnologia capaz de oferecer grandes vantagens à empresa que dele se apossar.

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    Letícia Santos picture
    Letícia Santos11/01/2011Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Vodu High-Tech

    Olha, eu tive um certo receio de que o Count Zero não superasse Neuromancer, e realmente não supera. Entendam, Gibson não previa essa trilogia, e tenho um pé atrás com coisas elaboradas por causa do sucesso de uma criação anterior. Mas esse livro parece ter sido concebido sem essa interferência, além de conter uma trama tão interessante que é tão boa quanto a do clássico. Já havia ficado fascinada com o final do primeiro volume. Case conseguiu seguir a sua vidinha tediosa, mas não tive sossego sabendo o que ele e Molly haviam libertado na Matrix. Minha imaginação é frenética, eu via mil e uma possibilidades extraordinárias e tive vontade de sacudir Case por nem se tocar disso. Porém, nada que imaginei me preparou para conhecer os deuses vodu que agora estão no ciberespaço. Gostei demais disso tudo, morri de medo também. Mas as IAs não me assustaram tanto quanto o “humano” Virek. Aliás, é desconfortável saber que existem pessoas assim, e que não são poucas. Count Zero é poético, emocionante e perturbador. É impossível ficar indiferente diante de uma Matrix senciente, seres humanos que perderam sua humanidade e o verdadeiro significado atribuído às coisas. Essas IAs estão mesmo usando a humanidade de maneira diferente dos deuses? O homem cria deuses. Portanto, eles existem. Dos três narradores: Bobby é um idiota, mas é engraçado, e eu sempre ria com as mancadas dele. Marly foi a personagem de quem mais gostei, não só pela personalidade, mas pelas coisas com as quais ela se envolvia. Fiquei emocionada quando ela encontra o fabricante das caixas! O Turner é mais reflexivo do que você pode esperar de um típico protagonista de filmes de ação, o que tornou essa parte da narrativa suportável pra mim, porque realmente não sou fã de brucutus. Pena o livro não ter mencionado nada sobre os ETs que Wintermute falou no final de Neuromancer. Adoro ETs! Mas acho que nem deu tempo, senti que foram poucas páginas para tantos personagens e ainda ficam algumas coisas que devem ser concluídas em Mona Lisa Overdrive. Assim espero, né.

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