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    Os Sertões - Campanha de Canudos

    Euclides da Cunha

    Publifolha
    2000
    536 páginas
    17h 52m
    ISBN-10: 8574021911
    Português Brasileiro
    3.7
    4089 avaliações
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    Favoritos6Desejados11130Avaliaram4089

    Os sertões – marco fundamental nos estudos sobre a formação do imaginário nacional, ao lado de Casa-grande e senzala e Raízes do Brasil – foi escrito a partir de um trabalho jornalístico sobre a rebelião de Canudos, liderada por Antonio Conselheiro e duramente reprimida pelo governo. Baseada em teorias deterministas em voga na época, a obra aborda cientificamente a influência do meio sobre o homem, como mostra a própria estrutura dos capítulos: “A Terra”, “O Homem”, “A Luta”. Parte da riqueza do livro reside no fato de ele retratar a mudança de opinião do escritor que, movido por um espírito patriótico e republicano, via com maus olhos a revolta dos “fanáticos” defensores da monarquia, alinhado ao restante da elite letrada, que não tolerava a insurgência de um grupo, considerando-a uma ameaça ao projeto civilizatório do Brasil, do qual o ideal positivista de “ordem e progresso” era o lema. Dificilmente classificável, devido à mescla de jornalismo, literatura e estudo sociológico, o livro adianta temas-chave do Modernismo e tem como um de seus legados a incorporação do ponto de vista local – nesse caso, do Brasil profundo –, por meio de uma linguagem grandiosa e repleta de contrastes. “O sertanejo é, antes de tudo, um forte” impôs um novo modo de se pensar o brasileiro, e tornou-se referência histórica incontornável para as discussões sobre identidade nacional a partir de então.

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    Resenhas (378)Ver mais
    Arsenio Meira picture
    Arsenio Meira06/01/2013Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Minha opinião: indispensável a leitura de "Os Sertões". É culto, mas não é modelo de estilo, pois Euclides viveu a Belle Époque, e escrevia tal qual Olavo Bilac desfiava os seus sonetos. Mas o livro é de gênio. Nos deu de bandeja, há mais de cem anos, a realidade do sertão, do sertanejo, e da omissão do Estado. Prenunciou e denunciou a triste realidade, ao que parece, perene: o nosso atraso como civilização. A ausência da cidadania, o descaso do poder Público e etc. Tenho a impressão que Euclides começou o livro tentando detonar Antônio Conselheiro e a Revolta de Canudos, mas terminou emocionado pela coragem e a persistência dos revoltosos e escreveu um grande épico. Importante observar que Robert Lowell, poeta americano de excelente cepa, só leu a tradução, mas chancelou definitivamente a obra do grande escritor brasileiro. Lowell considerava o épico de Euclides superior a "Guerra e Paz", de Tolstoi. Não é pouco.

    152 curtidas

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